
É rara a semana que não haja acidentes no chamado cruzamento da Aral, que liga a av. Torres Pinheiro e av. Nuno Álvares Pereira com a av. Combatentes da Grande Guerra e av. Luís Bonet (acesso à ponte do Flecheiro).
Para quem vem de sul para norte, há duas vias, uma para quem vai virar à direita e outra para quem segue em frente ou vira à esquerda. O que acontece é que, devido a um erro de construção e falta de sinalização horizontal, os veículos que circulam na via da esquerda “entalam” os que circulam à direita. Resultados: riscos na chapa, para-choques e faróis arrancados, entre outros estragos.
“Presentemente é a maior ratoeira rodoviária da cidade. É raro o dia que não há toques neste sítio. Quando abriram o trânsito no troço até à rotunda só não via quem não queria o que iria acontecer…”, denuncia Jorge Marques
“Já passei aí de carro e senti isso, que ficava muito apertado para os dois carros avançarem ao mesmo tempo, logo que o sinal ficava a verde”, critica Sara Marques.
Para Rosa Duarte “o problema é que os que seguem em frente apertam o que vão para a direita”.
A construção de uma rotunda neste cruzamento tem sido uma solução apontada por muitos tomarenses, mas é rejeitada pela câmara.
Camião (seguia em frente) arrancou o para-choques do ligeiro (seguia para a direita)
É mais uma obra coxa típica desta terra, mas tudo normal. Estamos em Tomar…
Para a criação de uma rotunda é preciso destruir o muro e roubar terreno privado do centenário palácio que existe naquele local, dada a dimensão necessária para a rotunda…. ou então faziam uma rotunda galgável. O que era dispensável mesmo é a estupidez feita no passeio central….
Trata-se fe um erro de projeto que a fiscalização da obra não viu. Vai acontecer algo semelhante no cruzamento do café Primavera. Quanto à necessária rotunda no cruzamento da Aral, não é feita por causa do proprietário do jardim da tal casa centenária e porque a Câmara não quer expropriar o terreno, como devia.
O senhor, se desempenhasse um qualquer cargo no poder local, facilmente ganharia o cognome de “O Expropriador”, mas a adivinhar pela forma seca como se expressa, imediatamente se percebe que se o alvo de expropriação fosse você, a sua atitude seria muito diferente.
Não condeno a irredutibilidade do dr. Manuel Macedo na defesa do seu património. Trata-se duma propriedade centenária, de família, e que ele justamente defende. O erro existente deve-se à má planificação naquele local. Outra coisa que não se compreende é a inexistência de marcações no asfalto. A terem sido feitas ter-se-iam evitado os acidentes já ocorridos. Eu própria já passei lá por uma situação de quase acidente.
Tão simples: coloquem um traço contínuo a separar as vias e o problema esta resolvido.
Foi exactamente isso que eu defendi no meu post anterior, João Segorbe!