
O projeto de requalificação de arruamentos do centro histórico de Tomar apresentado esta semana no salão nobre dos Paços do Concelho prevê menos lugares de estacionamento, a remoção da maior parte da calçada tradicional e o abate de dezenas de árvores.
Só na praceta do infante D. Henrique, em frente ao portão da Mata, serão suprimidos todos os lugares de estacionamento, 11 no total. No espaço será criada uma praça com quatro árvores.
Está previsto o abate de todas as árvores na av. Cândido Madureira sendo substituídas por outras (40) de médio porte. No estacionamento também estão previstas alterações. Nesta avenida acaba-se com o estacionamento em espinha passando a longitudinal (paralelo à estrada), são retirados os canteiros e é criada uma praça para seis táxis, o que vai representar uma redução do número de lugares para estacionar.
A rua infantaria 15 ficará sem trânsito automóvel (apenas cargas e descargas), tornando-se “predominantemente pedonal”, com pavimento em lajeado de calcário.
Na rua Joaquim Jacinto e rua Pé da Costa de Baixo prevê-se a utilização de lajeado calcário perto das habitações e no miolo da via mantém-se o pavimento em seixo rolado.
O mesmo vai aconteceu na rua Pé da Costa de Cima, rua de S. João, rua Aurora Macedo, rua do Teatro e largo e travessa do Quental.
A câmara de Tomar não transmitiu a apresentação do projeto, nem o disponibilizou online.
Concorda com o fim da calçada tradicional nas ruas do centro histórico?
Tomar sempre a andar para trás, talvez seja o melhor slogan para o que vai acontecendo…mas claro nas bocas da esquerdalha nunca se viu outra coisa….ainda no tempo em que havia estacionamento na corredoura e praça da república, acabou-se com esses 2 locais de estacionamento primeiro só depois se arranjou alternativa)….e assim continua……..esta cachopada da praça da república é cada cavadela cada minhoca……
Pois! Tudo o que contribua para correr com as pessoas da zona histórica, é benvindo. Depois não se queixem do vandalismo nocturno…
Tirem a circulação automovel, do centro histórico e depois não se adimirem que os estabelecimentos tradicionais fechem e o centro historico fique desertificado , só cafés com esplanadas nas ruas e passeios (algumas ao fim de semana parecem do 3° mundo). Centro historico sem consumidores de comercios tradicionais por não terem estacionamento leva ao fecho dos mesmos.