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Contraste

O hospital de Tomar inaugurou no dia 31 de maio um mural alusivo aos 40 anos do Serviço Nacional de Saúde, que mereceu a presença da ministra da saúde, Marta Temido. A inauguração foi precedida de uma visita ao hospital em que os jornalistas foram impedidos de acompanhar.

O novo mural contrasta com o estado desolador que a fachada principal do hospital de Tomar  apresenta. No mínimo o que se pode dizer é que, mais do que murais, o edifício está a precisar de uma pintura geral.

 

Escrita por Redação

Comentários

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  1. Tomar na rede está a encarar mal esta situação do hospital. Que mais não é afinal que um pequeno aspeto do panorama geral tomarense. Em ambos os casos, o que conta é a ornamentação, o espalhafato, as visitas de membros do governo, para preparar a ascensão da senhora, as fotos e as discursatas de circunstância. O resto, o fundamental, que se lixe. A fachada está uma miséria, pois está. Mas o que importa são os murais propagandísticos. E um eventual futuro lugarzito na A.R.
    Na mesma linha, a situação concelhia e citadina vão de mal a pior, mas o importante são as festas, os eventos, as passeatas, as comezainas e a propaganda. Tudo à borla, que é como quem diz à custa do Zé Pagante, esse desgraçado esfolado vivo. Bem diz o outro, que até já lá esteve também e por isso sabe do que fala: Votaram neles, não votaram?! Então agora queixam-se de quê???

  2. Alguém sabe quanto custaria, efectivamente, pintar aquele mono?

    Já agora: os helicópteros já podem aterrar na helipista do hospital? Ou continuam a ter de aterrar nas instalações militares ali ao lado?

    • Não se trata apenas de pintar, mas de pintar com uma tinta de qualidade. Com um aditivo antifungos, que foi o que faltou à que lá está agora.
      Sobre o custo total, como quase sempre sucede nas empreitadas públicas, tudo depende da percentagem a pagar “por debaixo da mesa”.
      De qualquer forma, parece evidente que um governo que não se preocupa sequer com crianças a serem atendidas em contentores, como acontece na ala pediátrica do Hospital de S. João, no Porto, também deve estar pouco interessado em gastar dinheiro com a pintura da fachada do hospital de Tomar. Apesar de ser um governo virado sobretudo para ações de fachada.

  3. As paredes exteriores a que se referem as comentários anteriores nem sequer nunca foram pintadas, pois são compostas por argamassa à cor aplicada aquando da construção do mesmo.

    • Mais uma boa razão para as mandar pintar quanto antes, com uma boa tinta antifungos. “Para exteriores”, conforme se pode ler nas embalagens.
      Para vergonha já basta assim.

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