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Moradora indignada com resposta do presidente da junta

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De Bruna Rovisco recebemos um texto no qual manifesta a sua indignação pelos prejuízos provocados por funcionários da junta urbana de Tomar na sua viatura, mas sobretudo pela resposta do presidente da junta, Augusto Barros (PS).

 

“Moro atrás do jardim escola João de Deus nº 2 (Rua de Leiria), em Tomar, onde estaciono o carro, ao pé da minha casa.

No dia 9 de janeiro os senhores empregados da junta, começaram às 8h00 da manhã a cortar erva e a soprar a mesma, e folhas que estavam no chão. Também por causa do barulho e por perceber o que iam e estavam a fazer, saí de casa e dirigi me ao meu carro, que estava no estado em que mostra a foto que anexo, sujo, e como se lhe tivesse limpo com algo que deixou aqueles relevos de lama…

Então fui eu lavar o carro (gastei 5 euros do meu bolso) para ver se era apenas sujo ou, devido ao que utilizaram para limpar, se também estava riscado…

Qual o meu espanto quando constatei que a pintura estava mesmo riscada, mas que só se vê mesmo em cima do carro e à luz do dia, como anexo foto também.

A batidela que la está, já estava… mas o para-choques todo cheio de riscos, que se vê que são os mesmos quando estava suja, não existiam!

Então fui à Junta reclamar com o Sr. Presidente que inicialmente nem me queria receber pois já o tinham informado que eu ia reclamar por causa de riscos do meu carro.

A única resposta que obtive dele foi: “irei chamar a atenção dos funcionários em questão”.

Quem fica com o carro todo riscado sou eu!!

Estou a denunciar isto para que percebam que a Junta é assim, nem colocam papeis a anunciar que vão iniciar limpeza, nem nada… temos os carros parados, aparecem com riscos e picados de pedras de usarem as máquinas de corte de erva. E a simpatia do Sr. Presidente a falar, quando inicialmente punha as culpas dizendo que eram empregados da câmara e não da junta, depois já dizia que eu é que tinha a culpa porque eles queriam trabalhar e eu não tirei de lá o carro (lol), quando nem sabia que o iam fazer. Quando ouvi o barulho das máquinas, foi só arranjar-me, a mim e ao meu filho de 6 meses, que acordou com o barulho infernal das máquinas de corte de relva mesmo à porta de casa…

Estava à espera que o Presidente da Junta apresentasse pelo menos um pedido de desculpa, ou uma ajuda para a pintura do para-choques, mas não… estragam e ainda ficam a rir!”

                                                                                                             Bruna Rovisco

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