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Fatias de Cá debate “o que é que Tomar precisa”

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A iniciativa do grupo de teatro Fatias de Cá, “Fatias de Conversa de Cá”, uma tertúlia sobre Tomar, teve início no dia 3 de junho e vai prolongar-se por sete sextas-feiras a começar sempre às 21h21.

As conversas decorrem na “Penthouse” (sótão) da sede do Fatias de Cá, na Corredoura, e são transmitidas online através do canal youtube do grupo, onde, através do chat, os espectadores podem colocar as suas questões ao longo da noite.

Em todas as sessões há dois convidados a responder a uma pergunta simples e que serve de mote à tertúlia: “De que é que Tomar precisa?”.

Para moderar, participam sempre dois jornalistas: José Gaio, e outro jornalista de um dos órgãos de comunicação social de Tomar e da região.

Como convidados na primeira sessão, participaram Alexandra Carvalho, antropóloga e atriz do grupo Fatias de Cá, e o padre João Maria Borga, que foi pároco em Tomar nos anos 90 e atualmente está a exercer sacerdócio nas paróquias de Salvaterra de Magos.

Na segunda sessão, participaram o advogado António Costa Cabral e o engenheiro eletrotécnico João Damasceno.

Nesta sexta feira, dia 17, os convidados são Luísa Oliveira (professora e gestora da Academia do Plano Nacional das Artes) e Rui Ferreira (técnico do Convento de Cristo e ator do Fatias de Cá).

A moderação é dos jornalistas José Gaio e Ana Felício.

A sessão pode ser acompanhada em direto aqui

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2 comentários

  1. Ganhe maneiras e juízo, pobre criatura! Deixe-se de escrever ordinarices, vigarices e outras tristezas. Há apenas tomarenses. Tanto os que cá nasceram como os que vieram de outros lados, independentemente das ideias que possam professar. Você se calhar nem disso se dá conta, mas não passa afinal de um reles frustrado com ideias caducas.
    Para que deviam alguns ir-se embora? Para você poder arrotar postas de nazismo mais à vontade?
    Nem todos os tomarenses são tão lorpas que não saibam quem se esconde sob o suposto nome Manuel. Há que dar nascimento a outro quanto antes.

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