Cultura

Vieira Guimarães morreu há 80 anos

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Em Tomar todos quase todos conhecem a Casa Vieira Guimarães, à entrada da Corredoura. Mas quem foi esse homem? José Vieira da Silva Guimarães nasceu a 13 de agosto de 1864 (na atual rua Sacadura Cabral, conforme lápide afixada no local) e morreu a 6 de março de 1939, fez anos 80 anos.

Foi médico, professor, publicista, arqueólogo, deputado e investigador da história de Tomar, cidade a quem doou a Casa Vieira Guimarães (construída entre 1920 e 1922), para ali ser instalada a Biblioteca Pública.

Considerada um dos ex-libris da cidade, a Casa Vieira Guimarães, com arquitectura de influência manuelina, está classificada como imóvel de interesse concelhio.

No 1º andar funcionou noutros tempos o Registo Civil e a Biblioteca Gulbenkian. Durante anos, no r/c funcionou o café/pastelaria Primorosa, de Diogo e Filho, Lda, que faliu em 1986. Os trabalhadores da firma, apoiados pelo sindicato, reabrem a pastelaria por sua conta, até meados de 1987. Encerrada desde então e após processo judicial complicado, a Câmara tomou posse definitiva do edifício (r/c) em julho de 1990. Retirou o mobiliário e equipamento da empresa falida e procedeu à desratização do espaço.

Actualmente funciona no 1.º andar a sede da Comissão da Festa dos Tabuleiros e, no r/c um espaço para exposições.

Vieira Guimarães publicou mais de uma dezena de livros de história sobretudo sobre Tomar e o seu património.

 

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José Gaio

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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