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Telefilme para a RTP está a ser rodado em Tomar (c/ fotos)

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Uma menina pobre, um homem rico, uma madrasta má e um crime são os ingredientes da história que vai ser contada no telefilme “Há-de haver uma Lei” realizado por Anabela Moreira para a RTP. As filmagens decorrem até ao fim de semana em Tomar e já passaram por vários locais como praça da República, ponte velha, aqueduto dos Pegões, rua da Sinagoga, quinta do Valle e tribunal.

A produtora Pandora convidou a comunicação social a acompanhar no dia 27 alguns minutos de filmagens no tribunal onde está montado um grande aparato técnico para filmar o julgamento do referido crime. Enchem a sala de audiências dezenas de figurantes de Tomar caracterizados com vestuários e adereços da primeira metade do séc. XX.

Inspirado no livro da escritora Maria Archer, o filme reúne no seu elenco nomes como Leonor Vasconcelos, José Pedro Gomes, Maria D’Aires, David Esteves, Vera Barreto, João Lagarto, Leonor Silveira e Aldo Lima.

Em declarações aos jornalistas de Tomar, a realizadora Anabela Moreira disse que “Tomar é uma cidade extraordinária”. Confessou que não conhecia Tomar, mas que a cidade “está cheia de recantos maravilhosos e que são apaixonantes”.

Anabela Moreira ficou encantada com a arquitetura do palácio da justiça. Disse ser “uma obra prima em que a sala de audiência está suspensa sobre uma fonte”. “Tenho muita pena de não ter mais tempo para filmar estes pormenores”, acrescentou.

O “quartel general” da produção está montado na escola básica dos Templários. As filmagens terminam no fim de semana e o telefilme ainda não tem data para a estreia.

A história de “Há-de Haver uma Lei” retrata a vida de Luizinha, uma rapariga nascida numa família muito pobre, que é entregue pelo pai a António, o homem mais rico da cidade, para que este a crie.

Mas a morte da esposa leva a que António case pela segunda vez com Berta e depressa se percebe que a grande casa familiar é demasiado pequena para albergar Luizinha e a madrasta. No auge do conflito, António defende a filha e Berta abre-lhe um processo de divórcio litigioso. Pouco depois, Berta aparece morta e António é acusado de homicídio. Mas a verdade que o tribunal procura desvendar poderá não ser a mais óbvia.

 

Aparato das filmagens no tribunal de Tomar

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