A junta de freguesia urbana de Tomar instalou há mais de um mês o primeiro “WC canino” nas traseiras do liceu, num recanto da rua Gregório Lopes e rua José Raimundo Ribeiro, perto da Nabância. Mais de um mês depois, a estrutura parece estar abandonada e não teve até agora qualquer utilização. A fita que vedava o recinto foi partida e ficaram no local os restos da obra. A intenção é que os donos levem os animais ali para que façam as suas necessidades em vez de utilizarem os passeios ou os canteiros relvados. Mas até agora esse objetivo não…
Autor: Redação
O Centro Hospitalar do Médio Tejo, que engloba os hospitais de Tomar, Torres Novas e Abrantes, contratou o Centro Humanitário de Abrantes/Tomar da Cruz Vermelha Portuguesa para transporte de doentes não urgentes. O contrato teve início em outubro e tem a duração de um ano. Por este serviço, o Centro Hospitalar paga 120 mil euros + IVA.
Um cidadão de Tomar fez-nos chegar esta imagem que mostra como um automobilista estacionou a sua viatura no hospital, no parque destinado a ambulâncias e a ocupar dois lugares. É o que se chama “estacionar à patrão”. Envie as suas fotos e vídeos para ou para www.facebook.com/tomarnarede/
Tomar não dispõe de “ecopontas” ou “ecobeatas”. Além disso, as papeleiras não estão preparadas para deposição deste tipo de resíduo. Perante este cenário e a apatia da câmara, os fumadores vão improvisando como mostra a imagem. Nota-se uma cada maior consciência por parte dos fumadores para não lançar beatas para o chão. Por outro lado, também os comerciantes vão-se esforçando e investindo em cinzeiros que colocam à porta dos seus estabelecimentos. Agora falta a câmara dar o passo seguinte que é investir em papeleiras apetrechadas com cinzeiros ou em “ecobeatas” como existem noutras cidades como Santarém, por exemplo. https://tomarnarede.pt/sociedade/tomar-sem-eco-beatas/ https://tomarnarede.pt/sociedade/uma-ideia-para-acabar-com-as-beatas-nas-sarjetas/…
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Os três vereadores do PSD na câmara de Tomar propuseram que o Executivo realize reuniões públicas descentralizadas nas 11 freguesias do concelho, “com o objetivo de auscultar autarcas e população”. A última vez que tal foi feito foi num dos mandatos de António Paiva (PSD) como presidente da câmara. O PSD lembra que é preciso ter em conta “a importância da proximidade dos eleitos aos cidadãos”, e que “é fundamental envolver os munícipes nas decisões políticas e na gestão do território”. Além disso, consideram que “deve ser dada oportunidade aos munícipes das freguesias para que participem nas reuniões de câmara…
