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Luís Ferreira cria empresa de promoção da cultura

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Luís Sousa Ferreira, fundador do festival Bons Sons, em Cem Soldos, criou a empresa Riscado, Unipessoal Lda, dedicada à “programação, mediação, formação e consultoria cultural, além de gestão de projetos e apoio à criação”.

Apesar de a empresa já ter sido criada em janeiro de 2022, o projeto só foi apresentado no dia 1 de dezembro deste ano na sede situada no nº 195 do Largo do Rossio, em Cem Soldos.

“É uma estrutura cultural dedicada à programação, mediação, formação e consultoria cultural, com especial foco em projetos participativos, inclusivos e transformadores dos territórios”, concretiza Luís Ferreira.

Quanto ao nome do projeto, o ex-diretor artístico do festival Bons Sons explica que Riscado é a alcunha de família, herança do seu bisavô, Zé Riscado, a partir do apelido que lhe foi atribuído por vender entre outros artigos tecidos riscados. “Rapidamente se transformou num adjetivo e todos os descendentes que fisicamente e no feitio se pareciam a ele recebiam este cognome familiar”.

Atualmente Luís Sousa Ferreira exerce as funções de adjunto da Direção Artística do Teatro Nacional D Maria II, com especial foco no projeto Odisseia Nacional. Acumula, com a atividade profissional, a atividade de docente na ESAD – Escola Superior Artes e Design das Caldas da Rainha, no curso de Programação e Produção Cultural e a direção artística do projeto Aldear, abrangendo os 11 municípios da região do Tâmega e Sousa. Em 2022, criou a empresa Riscado. Entre 2016 e 2022, foi fundador e diretor do 23 Milhas, projeto cultural que agrega os quatro espaços do município de Ílhavo, e entre 2019 e 2020, foi consultor artístico da candidatura Braga’27.

Foi fundador e Diretor do festival BONS SONS, entre 2006 e 2019, e comissário do Caminhos do Médio Tejo, programa cultural em rede integrando 13 municípios, entre 2016 e 2018. Diplomado em Design Industrial pela ESAD.CR, assumiu a coordenação de produção e desenvolvimento da experimentadesign entre 2013 e 2015, onde exercia as funções de produtor e designer desde 2009. Anteriormente, entre 2006 e 2009, trabalhou no Centro de Estudos de Novas Tendências Artísticas (CENTA) como produtor cultural, foi dirigente associativo na associação cultural SCOCS, entre 1998 e 2016, e foi cofundador do colectivo‐mente. É cronista regular na revista Gerador.


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