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Tesoureiro da junta urbana contra atribuição de subsídios

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Não há consenso quanto à atribuição de subsídios pontuais na junta de freguesia urbana de Tomar.

Na reunião da junta de 18 de setembro, o tesoureiro José Maria Henriques Marques manifestou-se contra “por não concordar com os valores atribuídos quer agora que nos anteriores”.

Estava em causa a atribuição de subsídios de 800 euros à Escola de Futebol de Tomar “para a aquisição de equipamentos para crianças carenciadas” e de 300 euros à associação de Antigos Alunos do Liceu Nacional de Tomar “para incremento das suas atividades”.

Outro apoio em causa destinava-se à Sociedade Banda Nabantina no valor de 2.250 euros para a aquisição de um tímpano (instrumento musical) Adams cobre 29”.

Apenas votaram a favor o presidente Augusto Barros e a vogal Joana Nunes.

Outro assunto que dividiu o executivo da junta foi a contratação de uma empresa externa para a feitura do inventário, proposta apresentada pelo presidente com o argumento de que “o pessoal administrativo não tinha tempo nem bases para a realização” do mesmo.

O tesoureiro alertou que, por essa razão, estaria em dúvida o pagamento dos subsídios às associações.

A ata dessa reunião pode ser lida aqui

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1 comentário

  1. Algumas associações não fosse o município ou a Junta em pouco tempo fechavam portas.
    Neste caso a escola de Futebol não tem sócios e eles não pagarão quotas!? Porquê não pedir o dinheiros aos sócios?? É mais fácil ao Estado, pois é a dividir por 10 milhões e não custa tanto, correcto !!?? O mesmo se aplica aos Antigos alunos do Liceu…
    Já na agricultura estão sempre à caça dos subsídios (se chove é porque chove, se faz sol é porque faz sol)…… assim não há receita fiscal que chegue…

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