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Emigrante compra prédio na praça da República por 400 mil euros

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Há muitos anos que o mercado imobiliário de Tomar não registava tanta dinâmica. Prova disso são as 15 agências imobiliárias que operam na cidade e as centenas de cartazes a anunciar a venda de imóveis.

Uma das transações mais recentes foi a venda de um prédio na praça da República pertencente à família Pena Monteiro que foi vendido a um emigrante em França por 400 mil euros.

Neste prédio situado no centro histórico da cidade, mesmo ao lado da câmara, funcionou a Casa do Povo e os serviços de segurança social e, no rés-do-chão ainda funciona o Sindicato dos Professores da Zona Centro.

Em relação ao edifício dos SMAS, situado do lado sul da praça da República, o processo continua em tribunal.

O imóvel foi vendido pela família proprietária em maio de 2018 a uma sociedade anónima que se dedica ao imobiliário por 550 mil euros. No entanto, a câmara reivindica o exercício do direito de preferência. Para isso acionou um processo em tribunal e entretanto já depositou os 550 mil euros.

 

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3 comentários

  1. Tem a sua piada. Trágica, já se vê.
    O imóvel onde durante anos estiveram os SMAS foi vendido por 550 mil euros. Irritada, a gerência da Câmara e dos Smas alega e tenta fazer valer o seu direito de preferência. Foi para os tribunais. E já depositou os 550 mil euros, diz a notícia.
    Face a isto, a pergunta que se impõe é: Para quê? Uma vez que já não há SMAS, cuja administração e gestão foi para Ourém, a presidente pretende instalar ali o quê? Uma nova “Divisão de queimados”? O futuro Museu da decadência tomarense?
    Há em Tomar cada vez mais coisas que não se entendem. De todo.
    Sobretudo com a oposição (?) calada e acomodada.

  2. Peço desculpa. Omiti que no prédio dos SMAS também há estabelecimentos comerciais no piso térreo, que sempre dão algum rendimento ao proprietário do imóvel. E esqueci também esse importantísssimo departamento camarário, designado pela sigla DOM = Departamento de Obras Municipais. que ocupa menos de um sexto do prédio.
    A propósito de DOM: Estão lá 11 engenheiros/quadros superiores. Quantas obras municipais projetou, realizou e finalizou a autarquia nos últimos 12 meses?
    Há também, alojada nos Paços do Concelho, a sigla DGT = Divisão de Gestão do Território. Concelhio, pois claro. Nada de exageros. São 6 ou 7 arquitetos, mais o usual séquito de apoio. Quantos despachos e pareceres exararam em conjunto nos últimos 12 meses?
    Que mal fizeram a Deus os contribuintes tomarenses, para terem de andar a sustentar toda esta gente supérflua?

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