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Já abriu a nova “Primorosa”

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Abriu portas neste sábado, dia 13, na praceta de Olivença, o largo à entrada da Corredoura, em Tomar, o café “A Primorosa”, nome que remete para um café e pastelaria que existiu no rés do chão da Casa Vieira Guimarães, do outro lado da rua. Tal como existia nos anos 60, a praceta de Olivença volta a ter uma esplanada.

Os pastéis de bacalhau e os pastéis de nata são a especialidade da casa, mas há também baguetes, sopa, quiche, croissants, entre outros produtos.

Pedro Graça e Luísa Antunes, proprietários do restaurante A Brasinha, na rua dos Arcos, são o casal empreendedor.

Como nota negativa, registamos o fim dos bancos que ali existiam e que eram o ponto de encontro de alguns tomarenses.

O regresso d’”A Primorosa”




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3 comentários

  1. Aquela coisa do poço sempre me fez parecer coisa de parolos !
    Se a intenção é para ver o dito então que seja raso ao chão ,podendo ficar lá o dito vidro agora o murete serve para querer dizer o quê !?

    1. Então? Pode servir de banco, pode servir de encosto de bicicletas, pode servir de mesa redonda para os intelectualoides cá do sítio, pode servir de mesa para repasto para um par de amigos comerem a sua (deles) refeiçãozinha em pé. Há tanta coisa que se pode fazer de pé e que sabe bem

      1. Ora o murete para isso ?
        Parece que o Eng. Paiva quis dar a ideia de parecer qualquer coisa antiga !
        Coisa antiga , ainda antes de Tomar era o rio.
        Agora um poço ali com o rio a dez metros não faz sentido algum .Qualquer quintal na zona tem um poço e se não tiver ,basta abrir um com três metros que logo aparece água ,para quê portanto aquele estorvo ?

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