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Autarca defende que utilização dos equipamentos devia ser sempre paga (c/ áudio)

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“A utilização de todos os equipamentos da câmara devia ser sempre paga”, defendeu a presidente da autarquia na reunião desta segunda feira, dia 30.

Quando se discutia o aumento do preço das entradas na piscina ao ar livre e perante as críticas da oposição, Anabela Freitas argumentou que todas as pessoas e entidades que utilizam equipamentos municipais deviam pagar.

“Tudo tem que ser pago. Quando as coisas não são pagas, as pessoas desvalorizam o esforço financeiro que é feito”, argumentou a autarca.

Entre outros equipamentos municipais, em Tomar existem os pavilhões, o estádio, campos de ténis, piscinas e parques infantis.

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6 comentários

  1. Um grande aplauso de apoio às declarações desassombradas da senhora presidente. Até que enfim! Ao cabo de longos anos, lá acaba por concordar com o óbvio. O princípio universal do utilizador-pagador.
    Agora só falta alargar a ideia às festas e outros eventos pagos pela autarquia. A começar pela cada vez mais onerosa festa dos tabuleiros.
    Feito isso, então sim, estaremos a iniciar o muito longo caminho da recuperação de Tomar, concelho que tanto tem encolhido nas últimas décadas, por causa da política do sempre em festa à custa do zé povinho. Que cansado se põe a andar daqui. Basta dizer que, segundo dados estatísticos oficiais, estamos agora praticamente com a mesma população de há 50 anos. Bonito, não é?

  2. Se levada à letra esta ideia da senhora presidente da autarquia, isto é, se puser em prática o princípio do utilizador-pagador como referiu o interveniente anterior, poderá sofrer o efeito de ricochete. Quero com isto dizer que se toda a gente adoptar essa política, talvez a senhora tenha de se defrontar com elevados custos para conseguir compor o cortejo da próxima festa dos tabuleiros. Talvez os moçoilos e as moçoilas se lembrem de pedir uma verba para desfilarem nos cortejos. Pelos vistos trabalho “pro bono” já era… Tal como Tomar cidade-jardim!!!

  3. É uma maneira ardilosa de apresentar a coisa, esta da Erica. Tentar intimidar a senhora, para a forçar a uma marcha à ré a todo o gás. Percebe-se. Já o velho Alfredo Marceneiro cantava “É tão bom ser pequenino, ter mãe, ter pai…” Viver à mama é uma arte, mas também em certos casos um vício.
    Na verdade, se passar a ser adotado o princípio universal utilizador/pagador, espetador/pagador, de forma a que as receitas conseguidas cubram no mínimo os custos do serviço e a respetiva cobrança, no caso dos tabuleiros estamos conversados. Mesmo que os diversos intervenientes exijam retribuição, o montante das entradas entretanto cobradas dá para isso tudo e ainda sobrará dinheiro. E deixará de haver certas vigarices, ao alcance só de uma minoria, para “meter pró bolso” à custa dos contribuintes todos. Mesmo os que nem sequer vêm à festa. É imoral mas muito comum.

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