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Coordenador da campanha de André Ventura é de Tomar

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O coordenador da campanha de André Ventura às eleições presidenciais é Mário Lucas, de Tomar.

Tenente-Coronel na reserva, Mário Lucas tem 64 anos, foi fundador e dirigente do Chega em Tomar e atualmente é vice-presidente da Distrital de Santarém do partido.

As eleições presidenciais realizam-se a 24 de janeiro.

 

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7 comentários

    1. No meu entender, nem orgulho nem vergonha. Apenas a rotineira indiferença, ante uma situação absolutamente normal. É certo que, para usar uma frase dos idos de 75, “Tomar sempre foi um ninho de fachos”. Mas isso não significa de modo algum que o Chega só tenha gente dessa. Ou que o citado coordenador seja um extremista de direita. Apenas indica que, como qualquer outro partido, o Chega terá de tudo, dependendo das percentagens.
      De qualquer forma, a socialista Anabela Freitas já anunciou, em entrevista ao Cidade de Tomar, que vai votar Marcelo Rebelo de Sousa, que não consta seja ou já tenha sido socialista. Por conseguinte, ninguém deverá estranhar se tradicionais eleitores PSD (o partido de Marcelo), resolverem desta vez votar Ventura, que já foi do PSD.
      Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades, escreveu Camões há mais de 500 anos…

      1. Há três tipos de cheganos: os Convictos “nazistas/fascistas/salazaristas”, os Oportunistas (onde penso que se inclui o “mestre” André), e os Ignorantes, que são a grande maioria. Quanto aos eleitores do PSD que votam no “mestre” André, digamos que finalmente saíram do armário, e fazem parte de um dos três grupos indicados – ou alguns, quem sabe, de todos ao mesmo tempo. No entanto acredito que no PSD haverá muita gente, mas mesmo muita gente, que abomina esta tendência. Quanto à Anabela Freitas votar Marcelo não é muito diferente dos social-democratas terem em tempos elegido Mário Soares.

          1. Os autarcas socialistas tomarenses que estão a realojar o pessoal do Flecheiro pertencem a que grupo?

  1. Fantástico!
    No Chega, só há “anormais”: de fachos, a oportunistas, e a ignorantes.
    Haverá cerca de 10% de cidadãos eleitores (10 milhões de inscritos, 5 milhões de votantes, em 2019), ou seja, entre 500 mil e 1 milhão de portugueses, que são uma coisa daquelas, néscios, em suma.
    Não têm, pois, provavelmente, direito a existir enquanto eleitores.
    E um partido tão “anormal”, assim, deve certamente ser extinto. Extinga-se!
    Para descanso e sossego das nossas gentes.
    Já agora, sosseguem os extremistas de esquerda, em especial, que, coitados, nunca fizeram mal a ninguém.

  2. Cara Ana Paula Silva, tenho o maior gosto em lhe comunicar que o Chega ultrapassou o BE nas sondagens da TVI/Observador e neste momento e a 3a forca politica em Portugal.
    Tambem divido os eleitores dos Chega em 3 grupos: Os que nao vivem a conta do estado e estao a rasca, Os que pagam por isto tudo, e os que ja estao fartos disto tudo.

    Quando chegar a Julho e nao houver dinheiro para pagar salarios, nao se esqueca foi voce que votou nesta marmelada.

    Boas entradas

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