Esta “procissão de Santa Iria” não passa afinal de mais uma festarola, semelhante às outras e com os mesmo figurantes. Na origem, há poucas décadas, foi apenas uma actividade escolar, sem padres nem beatas nem pendões, nem cortejo equestre. Agora já veio tudo. Tratou-se portanto de um acto de culto católico.
Sendo assim, dado que a srª presidente não é frequentadora da igreja e tendo em conta que o poder é laico, estava na procissão a fazer o quê? Caça ao voto? Já?
Sr. Jaime permita-me corrigi-lo, a Procissão de Santa Iria não teve origem há poucas décadas, foi sim recolhida pelo Rancho de Minjoelho (que transporta o andor) e pretende ser uma recriação de uma Procissão/Romaria. Felizmente ou Infelizmente, quem participava nesta procissão, nos finais do séc. XIX inicio do séc. XX, era sim o poder politico já da altura, bem como as famílias mais representativas da época. O povo vinha atrás e não era de todo uma actividade escolar.
Obrigado pelo esclarecimento, que todavia falta à verdade. Abreviando, quando puder fale com o professor Carlos Trincão, ou com a Drª Rosário Simões, que qualquer deles lhe explicará como as coisas aconteceram realmente.
Dito em poucas palavras, o rancho terá procurado cumprir a sua obrigação, mas chegou atrasado. Acontece.
Mantenho portanto integralmente a minha versão dos factos, até que me provem com outros factos verificáveis que estou enganado.
Cumprimento-a com respeito e simpatia.
Claro. O que é preciso é aparecer. Essa é a exigência do eleitor tomarense, a que junta que para o progresso basta a festa grande, as estátuas e umas festas de comidas.
Mais uma aparição de caça ao voto. De pequenino se torce o pepino e a Sr. Presidente da Câmara não perde tempo nem oportunidades que a levem novamente ao poleiro.
Esta “procissão de Santa Iria” não passa afinal de mais uma festarola, semelhante às outras e com os mesmo figurantes. Na origem, há poucas décadas, foi apenas uma actividade escolar, sem padres nem beatas nem pendões, nem cortejo equestre. Agora já veio tudo. Tratou-se portanto de um acto de culto católico.
Sendo assim, dado que a srª presidente não é frequentadora da igreja e tendo em conta que o poder é laico, estava na procissão a fazer o quê? Caça ao voto? Já?
Sr. Jaime permita-me corrigi-lo, a Procissão de Santa Iria não teve origem há poucas décadas, foi sim recolhida pelo Rancho de Minjoelho (que transporta o andor) e pretende ser uma recriação de uma Procissão/Romaria. Felizmente ou Infelizmente, quem participava nesta procissão, nos finais do séc. XIX inicio do séc. XX, era sim o poder politico já da altura, bem como as famílias mais representativas da época. O povo vinha atrás e não era de todo uma actividade escolar.
Obrigado pelo esclarecimento, que todavia falta à verdade. Abreviando, quando puder fale com o professor Carlos Trincão, ou com a Drª Rosário Simões, que qualquer deles lhe explicará como as coisas aconteceram realmente.
Dito em poucas palavras, o rancho terá procurado cumprir a sua obrigação, mas chegou atrasado. Acontece.
Mantenho portanto integralmente a minha versão dos factos, até que me provem com outros factos verificáveis que estou enganado.
Cumprimento-a com respeito e simpatia.
Claro. O que é preciso é aparecer. Essa é a exigência do eleitor tomarense, a que junta que para o progresso basta a festa grande, as estátuas e umas festas de comidas.
Figurantes e figurões sempre os mesmos e em pose
Mais uma aparição de caça ao voto. De pequenino se torce o pepino e a Sr. Presidente da Câmara não perde tempo nem oportunidades que a levem novamente ao poleiro.