Construído em 1952, o principal bairro social do Entroncamento, vai começar a ser demolido esta semana. Para já com quatro casas que vêm abaixo.
Era um conjunto inicial de 120 habitações que foram criadas para famílias de baixos recursos do concelho.
Atualmente, a câmara está a construir três prédios ali perto para realojar dezenas de famílias num projeto que custa cerca de 8 milhões de euros.
Entre os dias 24 de julho a 31 de julho vai proceder-se à demolição de quatro habitações na rua Eng.º Jaime Pascoal de Brito n.ºs 17, 19, 22 e 24, um investimento de 27.088,35 euros + IVA.
São edifícios desabitados que, segundo a autarquia “se encontravam em avançado estado de degradação, constituindo um potencial risco para a segurança de pessoas e bens e contribuindo para a degradação da imagem urbana”.
Com estas demolições, o município do Entroncamento pretende “melhorar as condições de segurança, qualificar o espaço público e valorizar esta zona da cidade, dando continuidade ao trabalho de reabilitação e regeneração urbana em benefício da comunidade”.
Esta semana, numa operação acompanhada pela polícia, a autarquia cortou a luz e água em 25 casas municipais que linham ligações clandestinas.
Antes disso, tinha demolido o telhado de uma habitação que foi ocupada ilegalmente por uma família vinda de Elvas.
Conforme se pode ler no documento da Estratégia Local de Habitação do Entroncamento, as habitações deste bairro “apresentam áreas bastante reduzidas” e apesar das intervenções de melhoria que a autarquia tem vindo a fazer, “continuam a registar sinais evidentes de degradação, insalubridade e insegurança”.
No mesmo documento refere-se que “já foram demolidas 18, restam 102 habitações, destas, 12 estão desocupadas, 3 estão cedidas a associações do nosso concelho e as restantes 87 estão habitadas por famílias (em 2013, 116 casas do bairro estavam ocupadas por famílias), num total de 230 pessoas. Do total das famílias que vivem no Bairro F. Ulrich, 26 são de etnia cigana”.



1 comentário
Muito bom, devia acontecer o mesmo aqui em Tomar. Centenas de parasitas que nunca irão trabalhar e todos os filhos deles e netos também serão mais outros parasitas. Têm que trabalhar e pagar as contas tal como os outros. Nem vou falar do terror que é viver perto dessa gente. É realmente inacreditável como nos dias de hoje, essa gente nunca irá trabalhar na vida. Incrível.