“Prisão aberta” é o título de uma reportagem que o semanário Sol publica na penúltima edição em que se destaca o projeto pioneiro da prisão de Torres Novas. Um estabelecimento que “dá aos reclusos a oportunidade de reconstruírem as suas vidas. A maior parte trabalha fora da cadeia e só regressa para jantar e dormir. Um quotidiano quase igual ao que terão quando saírem em liberdade”.
Para esta prisão vêm reclusos de outros estabelecimentos prisionais quem lhes é dada a oportunidade de puderem fazer uma vida quase normal. Estão todos em regime aberto: 28 no exterior e oito no interior da prisão.
Mas beneficiarem desta regalia os reclusos, atualmente 36, têm pelo menos metade da pena cumprida e um percurso de bom comportamento nas outras prisões onde estiveram e onde, de acordo com os seus relatos, não querem voltar.
A reportagem pode ser lida aqui

