É um caso que está a chocar a comunidade tomarense e que promete polémica.
Um bebé atualmente com cerca de 20 meses e que foi abandonado pela mãe quando tinha apenas três meses, vai ser retirado da madrinha e mãe adotiva por ordem do tribunal.
Marisa Rocha criou o menino desde que este foi abandonado pela progenitora e criou-o como sendo seu filho.
Mas, “o tribunal, as assistentes sociais e o Estado decidiram que ele deve ir para uma nova família, ignorando completamente o laço criado, o vínculo, o amor construído dia após dia. Ignoram o sofrimento desta criança, que não entende o que está a acontecer. Ignoram o sofrimento de uma mulher que deu tudo o que tinha — e o que não tinha — por ele. Como é possível separar uma criança de quem sempre foi a sua mãe? Como é possível não considerar o impacto emocional desta decisão?”, questiona a filha mais velha de Marisa, Jéssica Morais, residente em Tomar.
Marisa, que “sem olhar a dificuldades, sem fazer perguntas, sem medo do futuro, recebeu o menino nos braços como se fosse seu filho, deu-lhe amor, cuidado, noites sem dormir, alimentação, proteção, carinho… deu-lhe tudo, tudo o que uma criança precisa para crescer feliz e segura”, relata Jéssica, revoltada com a decisão do tribunal.
Há poucos dias à casa de Marisa chegou uma carta do tribunal a dar ordens para que a criança seja entregue a uma casa de acolhimento por alegadamente a mãe adotiva não ter condições financeiras para criar o menino que completa dois anos a 5 de junho.
Entretanto, a família já conseguiu uma advogada que vai trabalhar o processo e impugnar a retirada da criança.



1 comentário
Acredito que a senhora en questão tenha feito tudo para que a criança seja feliz.
Mas logimente reclamar uma coisa que não nos pertence por lei acarreta sempre situações desagradaveis.
Sim porque são os papeis assinados e carinbados que prevalecem até prova do contrario. Não sei se é o caso a noticia não diz.
Porque nesse caso eu vêjo uma mota na rua com a chave ponho-me em cima dela e vou-me embora e se for abordada digo que a mota é minha felismente as coisas não funcionam assim.