A câmara de Tomar deu 30 dias para que o proprietário do restaurante O Siciliano, no centro histórico de Tomar, retirasse a esplanada que está montada em frente a um prédio.
Há mais de cinco anos que um morador nesse prédio encetou uma luta para que fosse retirada a esplanada que está instalada junto às janelas dos quartos de sua casa, na rua de S. João.
Rui Francisco denunciou o problema em várias reuniões de câmara quando era gerida pelo PS, mas não obteve resposta positiva.
Acusou os ex-presidentes de câmara Anabela Freitas e Hugo Cristóvão de mentirem e de cometerem ilegalidades em relação a este processo. No tribunal decorre um processo sobre este caso.
Na reunião de câmara do dia 9, a vereadora Sandra Cardoso, responsável pela área do urbanismo, revelou que, por ofício datado de 25 de fevereiro o proprietário do restaurante foi notificado que “deverá proceder à remoção da esplanada e restantes elementos que estão a ocupar o espaço público no prazo de 30 dias”.



12 comentários
Para além desses lugares de estacionamento, agora recuperados para os moradores, existiam outros dois, na parte de cima da rua, que foram eliminados para que a Baronesa possa entrar “á patroa” no seu palacete.
Este caso ilustra muito bem a falta de equilíbrio e ausência de sentido da presidência da câmara que saiu há uns meses. Agora ainda se queixa que tudo serve para “dizer mal”.
Pobre coitado, o Hugo.
O assunto tem anos, e a sua resolução nunca meteceu a atenção da presidência.
Para ser simpático a alguém, como de costume.
A notícia não refere:
1….desde quando existe o ‘siciliano ‘?
2…desde qd existe a esplanada!?
3. …foi autorizada por quem e qd!?
Sem estes dados eu que até vou lá fico duvidando …
Excelente iniciativa! O presidente torna-se perfeito na sua presidência se começasse a limpar as esplanadas abusivas que há pela cidade. Há uma gelataria na Corredoura que têm o dom de multiplicar o espaço da sua esplanada à noite e fins-de-semana. Na rua dos moinhos a esplanada no meio da passagem obrigada a que as pessoas peçam licença a quem toma as suas refeições o favor de passar. Na Silva Magalhães não percebo porque é que há restaurantes sem clientes com uma esplanada enorme que só empata quem quer passar. Mais abaixo os perdigotos fecham a rua quando lhes convém guardando a baya no seu espaço comercial e que a usam a seu belo prazer. Na rua infantaria 15 em vez de esplanada é uma ardosia que ocupa o espaço de circulação. Mas se a ardosia tivesse alguma coisa de jeito escrito… Sugiro que o slogan da cidade passe de cidade jardim ou cidade templária para cidade sem rei nem rock.
Não metam o Sabores ao Rubro ao barulho!! Tem a esplanada apenas sexta noite, sábado e domingo consuante edital camarário!!! Parece me que quem está contra as esplanadas poderá estar mais a favor de que nos dediquemos aos subsídios, a pedir ou a roubar!! Será isso mais positivo? Ou será pura inveja de quem tenta através de trabalho honesto ganhar mais alguma coisa para fazer face as despesas inerentes a um negócio! Como todos sabem a nossa belíssima cidade foi perdendo ao longo dos anos todas as indústrias produtoras existentes estas que albergavam centenas de famílias tomarenses! Esquecem que é a restauração e hotelaria que mexe com a economia local e com muitos postos de trabalho? Ou também querem acabar com isto? Incomodam- se com o trabalho dos outros??? Por querermos trabalhar??? Façam o mesmo!!! Sejam activistas e façam por vocês pois ninguém faz o faz!!!
Senhor Hugo Oliveira
Ninguém está contra quem trabalha nem contra quem pretende oferecer um bom serviço de restauração e as esplanadas são espaços aprazíveis na maior parte do ano para quem as utiliza e também uma boa oportunidade para quem as explora. No entanto, é necessário que haja regras e que sejam cumpridas, ou seja, devidamente licenciadas, taxadas e fiscalizadas pela Câmara.
O que estamos a assistir é um exagero e desrespeito pelo espaço público. Quem anda a pé pela cidade, depara-se com passeios, alguns imundos de gorduras e outras sujidades, completamente ocupados pelas esplanadas, sendo obrigado a passar pela faixa de rodagem, quando existe. Até para colocar o lixo nos contentores, temos que passar com os sacos a roçar as mesas e cadeiras, e até as pessoas, que se encontram nessas esplanadas.
Acho uma medida que só peca por tardia e que se torna agora mais difícil aplicar e aceitar, porque houve durante muito tempo, muito abuso.
Claro que sim concordo plenamente que haja controle e fiscalidade em certas situações, eu apenas me refiro ao que me diz respeito, a do sabores ao rubro, em qualquer situação se for necessário eu aperto ou encosto á parede do restaurante e já dou mais espaço, de todo querer prejudicar seja quem for, mas creio na minha situação não prejudica ninguém e até ao contrário, trás movimento ao comércio que nos rodeia, “aquelas lojinhas locais” que têm ficado esquecidas por todos nós devido á evolução de tudo, shoppings, grande comércios etc…são assim mais visíveis devido á grande afluência de clientes que o meu restaurante movimenta.
Não estou a apontar o dedo a ninguém no geral mas a quem se lembrou de mencionar o meu restaurante que não tem de ser para cá chamado, acho que é uma injustiça e falta de respeito meterem-se com quem nada tem haver, eu não me meto na vida de ninguém e ajudo todos quanto precisam e agora uma minoria nota-se que até faz gosto em nos tentar fazer mal neste caso com a minha esplanada.
A minha indignação é apenas só com isso, se Rui.
Cumprimentos amigo Rui.
Existem tbm várias pastelarias com o mesmo nome dos trópicos que só falta ter cadeiras e mesas na estrada e nas passadeiras…
Exacto
O café willis é um bom exemplo de abuso….passeio todo ocupado e debaixo da arcada cheio de mesas e cadeiras.
O Pic Nic alameda idem.
Os cidadãos deveriam ir trabalhar e assim sendo já não restava tanto tempo para criticar os outros
A gelataria da Corredoura é um exemplo claro de ocupação abusiva do espaço público, chegando, em determinados períodos, a estender a esplanada quase até à Praça da República.
Acresce ainda a deposição indevida de resíduos, frequentemente colocados fora dos contentores, na zona posterior à Câmara.
Considera-se que os serviços de fiscalização municipal deveriam reforçar a sua presença, nomeadamente aos fins de semana, de forma a assegurar o cumprimento das normas legais e a atuar sobre estas situações de abuso
Agora apenas falta que a Câmara Municipal e a PSP intervenham relativamente ao estacionamento abusivo verificado na Rua de São João e em outras artérias da zona histórica, uma vez que grande parte das viaturas estacionadas não dispõe de dístico válido para o efeito.
Verificam-se, inclusivamente, situações em que alguns estabelecimentos de restauração assumem indevidamente o espaço público como estacionamento privativo, chegando a ocupar zonas destinadas exclusivamente a peões.