Uma vez por mês, na primeira parte da reunião pública da câmara de Tomar, os cidadãos podem intervir perante os sete membros do Executivo (3PSD, 3PS e 1 Chega).
Na reunião desta segunda feira, dia 12, a partir das 14.30 horas, há essa oportunidade. No entanto, é necessária inscrição prévia.
Neste primeiro semestre do ano de 2026, as reuniões públicas realizam-se nos dias 12 de janeiro, 9 de fevereiro, 9 de março, 6 de abril, 4 de maio e 1 de junho.
Além da parte da intervenção do público, a ordem de trabalhos inclui vários assuntos:
Assembleia Municipal também reúne
Também na tarde desta segunda feira, dia 12, reúne a Assembleia Municipal de Tomar para a eleição indireta do presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional.
Os autarcas estão convocados para a sessão extraordinária que decorre entre as 16h00 e as 20h00, no Salão Nobre dos Paços do Concelho.
Uma reunião que acontece em simultâneo com todas Assembleias Municipais do país, num processo eleitoral que envolve mais de 10.700 autarcas entre os quais os executivos das Câmaras Municipais e deputados das Assembleias Municipais, incluindo os presidentes das juntas de freguesia.
“As Assembleias Municipais estão preparadas para que este ato eleitoral decorra com toda a normalidade. Para o efeito, todas estarão abertas, tendo sido convocadas reuniões extraordinárias especificamente para a realização da Assembleia Eleitoral. Em alguns municípios estas reuniões destinam-se exclusivamente ao ato eleitoral, enquanto noutros foram integradas na ordem de trabalhos com outros pontos”, sublinhou Fernando Santos Pereira, Presidente da Associação Nacional de Assembleias Municipais (ANAM), durante a sua intervenção nas III Jornadas do Poder Local, que tiveram lugar ontem, sábado, em Ílhavo.
Em Portugal continental existem cinco Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional – CCDR Norte, CCDR Centro, CCDR Lisboa e Vale do Tejo, CCDR Alentejo e CCDR Algarve.
As eleições para as cinco CCDR assumem a natureza de eleições indiretas, o que significa que os membros dos órgãos não são eleitos diretamente pelos cidadãos, mas sim por um colégio eleitoral constituído por eleitos locais, reforçando o papel do poder local na governação e no desenvolvimento regional. Estas são as segundas eleições indiretas para os dirigentes das CCDR, tendo sido as primeiras em 2020.
Na CCDR de Lisboa e Vale do Tejo, o PSD e o PS têm um acordo para a eleição do presidente, sendo previsível a reeleição de Teresa Almeida.
Também em simultâneo e ininterruptamente, mas nas instalações das comunidades intermunicipais e das áreas metropolitanas, irão decorrer as eleições para um dos vice-presidentes das CCDR.

