O sem-abrigo que tem pernoitado debaixo da ponte pedonal do Flecheiro em Tomar, tem agora uma tenda para se abrigar.
Algum benemérito ofereceu a tenda para que o homem pudesse passar as noites com um pouco mais de conforto, apesar de continuar a sofrer com o frio e a humidade ali na margem direita do rio Nabão, sem o mínimo de condições.
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Vasco, de 41 anos, tem recebido apoio de cidadãos anónimos que lhe oferecem comida, mantas e cobertores.
Mas este caso merece uma atenção por parte das entidades responsáveis que devem encontrar uma solução digna para este homem.

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5 comentários
Porque é que será, que após várias notícias sobre este caso, o Tomar na Rede não faz a questão que se impõe e que é: O que é que estão a fazer os Serviços de Acção Social da Câmara Municipal de Tomar para encontrar uma solução, nem que seja temporária, para esta situação?
É muito simples o tomar na rede e o os atuais mandantes são da mesma cor, pessoalmente continuo a afirmar que o pior veneno numa sociadade são os partidos politicosque nunca deviam existir.
A resposta é simples: O blogue Tomar na rede não é um órgão de comunicação social isento.
Nunca foi, basta ver que todas as críticas feitas ao elenco anterior, não se repetem agora nas mesmas circunstâncias.
Estive hoje de manhã em Tomar, lixo amontoado junto aos correios, na zona do jardim do mouchão, o rio cheio de lixo na queda de água em frente à pastelaria Estrelinhas.
Só estive nesta zona, imagino o resto da cidade.
Goste-se ou não – e todos sabemos que há muita gente que não gosta – O “Tomar na Rede” é um espaço informativo onde se pode dizer mal do “Tomar na Rede”.
O “Tomar na Rede” é um órgão de comunicação que havia sido cancelado pela antiga vereação.
O “Tomar na Rede” , tanto quanto sabemos é talvez o mais empenhado meio de comunicação social regional na luta pela liberdade de expressão, pelo desenvolvimento e pela qualidade de vida nesta região.
Os detractores do “Tomar na Rede” têm aqui um espaço de liberdade.
Podem continuar, portanto.
É vergonhoso como o Estado não consegue acabar com os sem abrigos.
Avaliava as situações e dependendo das circunstâncias, a pessoa ia para reabilitação forçada em um hospital prisão (se for problema psicológico/ drogas) e não saia de lá até estar recuperada para reintegrar a sociedade, se não tivesse problemas psicológicos nem fosse drogada e fosse apenas uma decisão pessoal ia presa durante uns anitos, para repensar as suas prioridades, se ir para um hospital prisão não fosse considerado adequado. Se fosse uma questão de azar que ficou sem casa, e não tinha porque ou não tinha rendimentos ou tinha rendimentos mas não davam para ter uma casa, então o Estado ajudava temporariamente ou até permanentemente conforme as circunstâncias (por exemplo pode tratar-se de alguém que recebe uma pensão de sobrevivência de 150 euros, e então o Estado poderia reavaliar o valor para aumentar para um valor que dê para realmente pagar uma renda e comer, etc.).
Se fosse estrangeiro, mesmo que tivesse sido naturalizado, seria expulso de volta para o seu país perdendo a cidadania, com dinheiro suficiente para conseguir retomar a sua vida no país de origem.
Certamente que existe gente muito mais inteligente que terá soluções ainda melhores, mas ficou esta consideração.