Um dos professores mais reconhecidos e respeitados do Instituto Politécnico de Tomar, Luís Mota Figueira, reformou-se aos 68 anos, depois de 24 anos ao serviço da instituição.
O seu nome consta da lista mensal dos aposentados e reformados publicada no Diário da República, cuja pensão é paga pela Caixa Geral de Aposentações a partir de 1 de dezembro de 2025.
Luís Manuel Mota dos Santos Figueira nasceu em Riachos a 18 de dezembro de 1956 e esteve ligado sobretudo ao curso de gestão turística e cultural no IPT, como professor coordenador.
É doutorado em História da Arte pela Universidade de Coimbra, mestre e licenciado em História da Arte pela Universidade de Lisboa.
Realizou um estágio pós-doutoral em turismo, entre 2007 e 2010, na Universidade de Aveiro com a publicação do e-book “Manual para a Elaboração de Roteiros de Turismo Cultural” disponível em https://centrodocumentacao.turismodeportugal.pt
Entre 1991 e 1996 foi professor nos Cursos de Conservação e Restauro e no CESE – Curso de Estudos Superiores Especializados do IPT.
Lecionou e investigou no curso de Turismo Cultura e Gestão do Património Cultural em: Metodologia de Investigação para as Ciências Sociais; Arte e Cultura Contemporânea; Projeto. Os domínios do Património Turístico e do Desenvolvimento Local são parte da sua investigação.
Foi ainda docente e coordenador no IPT do Mestrado em Desenvolvimento de Produtos de Turismo Cultural (2008 – 2014): Património Cultural; Métodos de Investigação Aplicada; Estágio – Tese.
Foi Diretor do L-tour.ipt – Laboratório de Turismo – Instituto Politécnico de Tomar, desde 2014.
Diretor do Museu Agrícola dos Riachos, desde 1994 e da Casa Memorial Humberto Delgado, em Brogueira – Torres Novas (2012-2020).
Foi membro da unidade de investigação em Governação, Competitividade e Políticas Públicas (GOVCOPP) – Universidade de Aveiro.
Foi membro colaborador de investigação em Geociências (Geoscience)- Universidade de Coimbra e membro colaborador de investigação em Tecnh&Art – Instituto Politécnico de Tomar
Foi membro do Grupo CULTURA, da Comissão Nacional da UNESCO – em representação do IPT
Colaborou com o ITM – Instituto Terra e Memória – Centro de Estudos Politécnicos de Mação, no domínio do património e museologia.
Com a saída de Luís Mota Figueira, o IPT perde um dos seus professores de referência que deixou uma marca indelével nos seus alunos.


1 comentário
são todos muito bons, uns fora de serie….se o sector privado fosse gerido com são as instituiçõrs públicas essa gente passava fome…..viva Salazar