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Bulling noticioso

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REPUGNANTE é o mínimo que se pode chamar ao comentário que o companheiro da vereadora Filipa Fernandes (PS) e ex-autarca do PSD, fez à notícia “Renovado Flecheiro está debaixo de água! Nabão galgou as novas margens e inundou espaço envolvente” publicada pela Rádio Hertz, que passo a transcrever “Qual o propósito do título desta notícia? Confundir, baralhar ou a HERTZ SER PARTIDO DA OPOSIÇÃO?……”.

Uma clara tentativa de condicionar a isenção jornalística pela qual aquele órgão de comunicação deve pautar. A Hertz, tal como a generalidade dos órgãos de comunicação social locais, sobrevivem muito na dependência do poder local, e até concordo que devam ser apoiados pois são importantes fontes de informação dos territórios onde se inserem, no entanto devem pautar pela isenção e pelo rigor jornalístico e em caso algum o poder local deverá condicionar a sua atuação.

Ora o comentário do companheiro da vereadora Filipa Fernandes é uma manifesta tentativa de condicionar as notícias da Hertz de forma a que não prejudique a imagem da Câmara.

Este modo de atuação vem confirmar aquilo que escrevi na publicação “O DITADOR” que passo a transcrever “A cereja no topo do bolo é a influência que exerce na comunicação social local e regional. Quem não se lembra do ataque feito por um jornal regional à sua antecessora, que pouco tempo depois foi eleita figura do ano!!! Quem não se lembra também da promoção de um familiar de um funcionário de um órgão de comunicação social local e dos vários contratos celebrados com esse órgão de comunicação que lhes permite injetar dinheiro e controlar as notícias que vão sendo publicadas, pondo em causa a isenção e imparcialidade que devem ter relativamente ao poder local. A falta de vergonha chega ao ponto de pedirem expressamente aos jornalistas para terem cuidado ao abordar certos temas. O pior de tudo isto é que são os contribuintes a pagar!!!!!

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4 comentários

  1. Estes indivíduos fazem “obras” sem pensar, e ainda vêm criticar os órgãos de comunicação social. Deixam um terreno ao nível do rio no verão, é óbvio que quando chove um pouco mais inverno o rio sobe, e nesta obra a água do rio foi para onde poderia ir, entrou pelo flecheiros adentro onde antigamente o terreno eram uns metros mais alto. Já para não falar que as pedras da obra que fazem margem com o rio estão afastadas entre si, mostram sinal claro de obra inacabada; assim como já existem pedras a fazer um espécie de “escadaria” que se estão a deslocar; ainda mais os caminhos que não foram inundados, ficaram cheios de terra com o arrastamento da água nos locais onde deveria existir relva, o que demonstra projecto incompleto, uma obra horrível. Uma vez que falta concluir a parte mais a sul, é um bom momento de repensar num novo projecto (decente) para o flecheiro inteiro.

  2. é bom notar como há pessoas que dobram o joelho fácilmente aos garotos eleitos da CMT…sendo um este companheiro e outro o JCT…….faz lembrar aquelas mulheres que se vendem para satisfação de outros….viva Salazar

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