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Trânsito e estacionamento cada vez mais complicados na Várzea Grande

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À medida que as obras da Várzea Grande avançam aumentam os problemas de circulação e estacionamento na zona. Aquela que é a maior bolsa de estacionamento da cidade está reduzida a metade.

Nesta altura as máquinas estão a trabalhar na av. General Tamagnini de Abreu provocando interrupções no trânsito e proibições de estacionamento.

Segundo um edital publicado pela câmara, esta avenida nas traseiras do tribunal vai estar condicionada de acordo com o seguinte calendário:

Até ao dia 22 de novembro – Entre a Travessa dos Arcos e a Travessa da Misericórdia

De 22 de novembro a 13 de dezembro – Entre a Travessa da Misericórdia e a Rua Infantaria 15,

De 13 de dezembro a 10 de janeiro de 2020 – Entre a Rua Infantaria 15 e a Rua de S. Sebastião

 

 

Escrita por Redação

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        • Trata-se efectivamente de uma criatura. Que rosna tal como você. Que é de Tomar tal como você. Que gosta de Tomar tal como você. Mas que não apoia a actual maioria, ao contrário de você.
          E que gostaria de saber qual a utilidade prática das obras em curso na Várzea grande. Além da rede de água/esgotos/calhas técnicas, e da relocalização do Soldado desconhecido, cuja utilidade nunca ninguém explicou, tanto transtorno para quê? Perdem-se centenas de lugares de estacionamento, e ganha-se o quê?
          Estas questões não o preocupam? Parece-lhe normal que se gastem milhões para tão magro resultado prático final?

    • Ora aí está uma coisa que eu julgava impossível, você ver-se ao espelho e até alargar o campo de visão. Aceite os meus parabéns. O caminho é mesmo esse. Chama-se autocrítica.

        • Respeito a sua opinião, mas não concordo. Não é por os comentários alheios serem eventualmente imbecis que comentá-los é também uma imbecilidade. Logo, a sua opinião não me parece sustentável. Para não dizer outra coisa.

  1. A vida em Tomar é cada vez mais difícil. Para além do estacionamento. Emprego jovem só se for no Mac ou nos múltiplos cafés, pago pelo ordenado mínimo, quando o é. Os da função pública sem aumentos de ordenados há anos contam os tostões. Quanto aos filhos, encaminham- nos para Lisboa ou Leiria para terem futuro. Sem poder de compra, o comércio definha. Vivam a Festa Grande, as Estátuas, a semana do feijão e outras, que Tomar há-de ser uma aldeia com história.

    • Está cheio de razão. Convirá também acrescentar os investimentos camarários de milhões, em pura perda. Que afinal não geral valor acrescentado para os tomarenses. Regra geral as empreitadas são ganhas por empresas de fora do concelho, que até trazem os seus técnicos e operários. Quanto à utilidade final de cada investimento, é uma maravilha. O ex-museu polinucleado da Levada, agora promovido a complexo cultural da Levada, na realidade não serve para grande coisa, por falta de condições técnicas. O que lá vão fazendo de quando em vez é só para tentar tapar a realidade incómoda. E justificar os 6 milhões ali gastos.
      A estrada do Convento tem um estrangulamento, a de Palhavã também. Sobre as pistas cicláveis estamos conversados. Aquela da Arrascada ao Prado, por exemplo “tem problemas desde o início”, segundo vereador Cristóvão, e não há meio de estar pronta. As obras da Nun’Álvares e as da Várzea grande é o que se pode ver. E o “bairro calé”, diz que vão, diz que vão, mas não há meio.
      Que cidade e que concelho poderiam resistir a tanta incompetência, a tanto infantilismo?
      Por isso se vão desculpando com a interioridade. Podia-lhes dar para pior, lá isso podia. Mas depois era mais difícil continuar a enganar os eleitores.

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