in ,

Rui Salvador comemora 35 anos de alternativa no Campo Pequeno

Numa corrida com a participação do Grupo de Forcados Amadores de Tomar 

O cavaleiro tomarense Rui Salvador vai comemorar 35 anos de alternativa numa corrida de toiros a realizar no Campo Pequeno em Lisboa nesta quinta feira, dia 8 de agosto.

Foi precisamente nesse dia e na mesma praça que há 35 anos Rui Salvador recebia a alternativa de cavaleiro tauromáquico, das mãos de José Mestre Batista.

Na corrida, a ser transmitida pela TVI, participa também o Grupo de Forcados Amadores de Tomar. Completam o cartel os cavaleiros João Moura e Luis Rouxinol, e os grupos de forcados São Manços e Caldas da Rainha. Os toiros pertencem à ganadaria Veiga Teixeira.

35 Anos de Rui Salvador from Campo Pequeno TV on Vimeo.

Escrita por Redação

Comentários

Responder
  1. SINAL DE SUBDESENVOLVIMENTO E ATRAZO
    Nas sociedades atrasadas, aquelas que ainda não se “afastaram” o suficiente da natureza para a respeitar e gostar dela, a afirmação sobranceira da sua “superioridade” é precisamente o domínio cruel sobre a própria natureza.
    De tal modo estão próximos dela, de tal modo são broncos e grunhos, que precisam de actos bárbaros que dizem a si próprios tratar-se de cultura, para se regogizarem “superiores”.
    A tourada não é um desporto. Porque no desporto só os melhores e mais capazes, ou que se dedicam com esforço e abnegação chegam ao pódium. No desporto não vale de nada invocar o nome de família.
    A tourada não é arte, como andam a pretender que passe.
    A tourada é uma acto de crueldade a que assistem alguns papalvos, praticada por quem se acha superior por ser um pouco mais inteligente que os animais que torturam.
    A tourada é o mais representativo e asqueroso sinal do atraso dos povos de matriz católico-mediterrânica. Nela se representa sem renovação estética o imobilismo tacanho de uma sociedade de classes rural bem retrógrada.
    A cavalo, filhos e netos e bisnetos de famílias que se têm “de bem” e que acham que é um privilégio dos outros só de poderem vê-los naquilo. E por aí a baixo, até aos desgraçados dos pegadores, mais ao nível do touro, tudo a representar uma sociedade de classes que, felizmente, já vai mudando.
    A tourada é uma coisa que já nos vai envergonhando.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Loading…

0

Comentários

0 comentários

Hoje há cinema ao ar livre

PSD: Célia Bonet em 6° lugar na lista de candidatos a deputados