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Razia total nas árvores da Várzea Grande

Com o evoluir das obras na Várzea Grande em Tomar, a zona envolvente ao tribunal, à escola primária e ao terreno da antiga messe, apresenta-se cada vez mais despida.

Já foram abatidas algumas árvores no largo da Saboaria, ao lado da escola, e esta semana foram abaixo as árvores do lado nascente do tribunal. O projeto prevê o abate de todas as árvores e a plantação de novas. A última amoreira das muitas que existiam naquela zona também foi abatida e não está prevista a plantação de qualquer exemplar desta espécie.

Com cada vez menos lugares para estacionar, a Várzea Grande é uma dor de cabeça para os automobilistas, para os peões e para os pais que têm de ir levar e buscar as crianças à escola. O largo do mercado revela-se o espaço alternativo onde cada vez mais automobilistas estacionam. Isto enquanto tarda em concretizar-se a promessa de um parque de estacionamento no terreno ao lado da estação ferroviária.

Entretanto, em vez de haver maior condescendência por parte da polícia enquanto duram as obras, pelo contrário, têm-se intensificado as ações de fiscalização, a aplicação de coimas e o reboque de viaturas.

 

Nota: a plantação de amoreiras naquela zona há cerca de 200 anos deveu-se ao facto de, nessa época, funcionar uma fábrica de seda no palácio Alvaiázere, onde atualmente funciona o registo civil e o tribunal de trabalho. A última amoreira foi abatida há poucas semanas.

Escrita por Redação

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