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Presidente da Assembleia Geral suspende mandato na Misericórdia

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O presidente da Assembleia Geral da Santa Casa da Misericórdia de Tomar, António Madureira, pediu a suspensão do mandato do cargo.

O pedido surge na sequência da sua condenação em tribunal por insolvência culposa da empresa Visualarte – Comércio e Indústria de Artes Gráficas e Publicidade Lda, onde era administrador.

Neste processo judicial foi também condenado outro administrador, o economista Manuel Garcia Esparteiro, que é presidente do Definitório (Conselho Fiscal) da Misericórdia de Tomar. No entanto, este não pediu a suspensão do mandato.

Segundo o acórdão do tribunal da Relação de Évora, os dois responsáveis da empresa Visualarte, durante cinco anos, ficam “inibidos de administrar patrimónios de terceiros” e não podem “exercer o comércio bem como para a ocupação de qualquer cargo de titular de órgão de sociedade comercial ou civil, associação ou fundação privada de atividade económica, empresa pública ou cooperativa”.

Os irmãos da Misericórdia vão reunir em assembleia geral no dia 28 de março às 20h00, para analisar este e outros assuntos.

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No caso de António Madureira, deverá ser substituído como presidente da Assembleia Geral pelo vice presidente Jorge Nunes.

Condenados por insolvência culposa da empresa Visualarte

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