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PAN organiza protesto contra tourada em Tomar

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Em 2019 foi assim

O PAN – Partido das Pessoas, dos Animais e da Natureza está a organizar um protesto silencioso contra a corrida de toiros que se realiza na praça de Tomar no dia 21 de agosto.

Os defensores dos animais vão estar em frente à praça entre as 20h30 e as 22h30.

É uma iniciativa da comissão política distrital de Santarém do PAN.

Há dois anos, durante a corrida de toiros da festa dos tabuleiros também houve uma ação de protesto.

Mais informação aqui.

Corridas de toiros regressam à praça de Tomar

 

 

Manifestação anti-tourada juntou cerca de 50 pessoas em Tomar (c/ vídeo)

Escrita por Redação

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Comentários

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  1. A organização num espírito de abertura e diálogo , podia facilitar a entrada gratuita a estes manifestantes e colocá-los na arena a assistir e apoiar os animaizinhos.

  2. Lá no fundo, estes toureiros, aficionados e outros grunhos que tais, sabem bem que estão do lado errado da evolução da humanidade, da razão e da civilização.
    Esta graçola deste “Tomar na frente”, que expressa bem o posicionamento de um “Tomar atrás”, é disso exemplo.
    É gente que, baseando-se na tradição e na sua incapacidade de raciocinar, estariam do lado da apoplogia da pena de morte, e da porrada nas mulheres. O marialvismo é bem uma cultura de toureiros.
    Eles pura e simplesmente não conseguem entender que possa haver gente que se indigne e revolte com o sofrimento alheio, nem que seja o sofrimento animal.
    Trata-se de uma maneira de ser que expressa uma lacuna, um bloqueio de desenvolvimento. É uma maneira de estar no mundo e na vida que não contempla qualquer forma de alteridade e de ponderação pelo outro.
    Um bom exemplo disso são aqueles talibâs que, agora no poder, querem fazer às milheres (mesmo irmãs e filhas) o que já nem os seus avós faziam. Quando pensamos naquelas mulheres e raparigas, no que as espera – e eu por acaso até tenho uma filha, uma irmã e até, pasme-se, tive mãe – conseguimos melhor ter a percepção do que é o horror.
    Nós nunca poderemos percepcionar as coisas como um touro numa arena.
    Mas podemos perceber a boçalidade de um “tomar na frente” se ele dissesse a quem se indigna com os talibãs: “Deviam deixá-los lá ir para ajudar as meninas”.

  3. Tem cuidado Samora. Mesmo com o teu vocabulário cuidado, deu-te desta vez para misturar alhos com bugalhos e pilinhas com mangalhos. Porque será?

  4. A Festa Brava nunca irá acabar, por mais que a esquerda e uns tais de pan , pretendam!
    Touradas Sempre!

  5. Porque será?

    Eu explico-lhe, Sr Nelson Martins. A si e a todos os “aficionados” cuja satisfação cultural e recreativa flutua num mundo de “valentia”, cornos e prazer com o sofrimento dos animais.
    Tanto para pensar e tentar perceber o mundo e a humanidade, como para expressar as minhas certezas provisórias, como as minhas dúvidas, faço-o em português normal.
    Mas quando procuro dirigir-me a segmentos culturais um bocadinho mais rebaixados, digamos assim, vejo-me forçado a usar metáforas, conotações e significantes que são próprios dessa gente. Por uma razão muito simples: é que tenho para mim que, apesar da arrogância e prepotência com que se afirmam, e talvez mesmo por causa disso, o seu nível de compreensão é mesmo muito limitado.
    Admito que seja pedir-lhe muito. Mas faça um esforço, por enorme que seja, para entender isto:
    Pense, só a título de exemplo, nestas duas formas bem conhecidas de violência: uma, a ablação ou mutilação genital feminina, praticada pela cultura árabe principalmente lá para as Áfricas (mas já com alguma expressão cá em Portugal); outra, a tortura praticada pelos aparelhos repressivos dos estados totalitários. Uma e outra estão institucionalizadas. São ambas muito más e horrorosas e contra elas se vai lutando no mundo. Mas por más que sejam, nenhuma delas tem o sofrimento que provoca enquanto um fim em si. O sofrimento, ou é uma resultante colateral, no caso da ablação, ou é instrumental, no caso da tortura que visa obter alguma informação. Em qualquer destes casos não há indiferença face ao sofrimento. E eu até admito que que a alguns daqueles torturadores as a algumas daquelas curandeiras, lhes custe ouvir os gritos de dor que ouvem no cumprimento da respectiva missão.
    Com a tourada é diferente. O objectivo e fim único daquelas práticas e daquele espectáculo é tão só a tortura e o sofrimento dos animais. Não há volta a dar.
    Precisam de mais explicações para perceberem que, ao tentar colocar-se desse lado da evolução da sociedade se revelam, afinal, uns monstros humanos?

  6. Tomar gente civilizada e está tudo dito..festa brava sempre e saudades dessa equipa de forcados do colégio Nuno Álvares em Tomar ..conheci bem essa juventude..

  7. Pois caro (ou cara) Samora, li com atenção o seu comentário, cujo conteúdo não me surpreendeu. Antes de ir mais adiante, um detalhe. Não sou Nelson, como o maneta almirante inglês, mas Nestor. É sem importância, mas algo inconveniente trocar os nomes às pessoas. E indicia que se pode estar também, ainda que inadvertidamente, a trocar valores de toda ordem, fazendo-os parecer porque convém, aquilo que na realidade não são nem nunca foram. Talibãs, excisão, tortura, é tudo execrável, mas cada qual tem a sua ideia a respeito Cuidado portanto com o respectivo uso como argumentos.
    Sobre as corridas de toiros, dizer que o fim único é a tortura e o sofrimento dos animais, não havendo volta a dar, é mais ou menos o mesmo que considerar que uma missa é apenas um homem a beber uma pinga de vinho perante centenas de ovelhas mansas. Desculpará a analogia e fará o favor de considerar que, conquanto escrevendo bem e alardeando grande desembaraço cerebral, não é o único nesta desgraçada terra, pelo que revela algum deslumbramento ao pedir-me para fazer um esforço de entendimento.
    Fique lá no alto da sua cátedra, todo contente com a sua arca de princípios, mas conceda aos outros pobres mortais, incluindo aqueles que não são tão dotados cabeçalmente como você, o direito de escolherem e de se divertirem como melhor entenderem, no âmbito da lei, já se vê. Porque quando se começa a proibir, é para acabar quando e onde?

  8. 50 palermitas que não respeitam quem gosta, fiquem mas é em casa, quem gosta vai, quem não gosta, não se arme em ignorante.

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