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Obras na estrada da Serra vão custar 2 milhões de euros

Já foi aprovado pela câmara de Tomar o lançamento do concurso para as obras na estrada da Serra, incluindo as avenidas Coronel Garcês Teixeira e Dr. Aurélio Ribeiro, até ao Politécnico.

O preço base do procedimento é de 1.884.924 euros + IVA, o que totaliza quase 2 milhões de euros.

De acordo com o projeto, o troço entre a rotunda do McDonald’s e a rotunda do IPT vai passar a ter apenas uma faixa de cada lado. Ou seja neste troço a estrada vai ficar mais estreita sendo criadas ciclovias em ambos os lados e passeios mais largos, numa lógica de se privilegiar mais o peão e menos o automóvel.

Está prevista a substituição de toda a iluminação pública desde a rotunda do colégio (praceta Raul Lopes) até à rotunda do IPT. No local onde funciona o skate park vai nascer um parque infantil.

 

Estrada da Serra passa a ter apenas uma via para cada lado

 

Projeto da estrada da Serra prevê parque infantil no sítio do skate park

 

Obra da estrada da Serra vai custar cerca de 2 milhões de euros

Escrita por Redação

Comentários

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  1. Mais um erro no horizionte, mas que ainda pode ser corrigido.
    Se houver humildade para o reconhecer, e agilidade para o emendar.
    E o erro é facil de identificar: na que vai ser, ainda por muitos anos, a principal via de acesso à A13 a partir da cidade, e a principal via de saida da A13 para a cidade, quem quer reduzir a circulação rodoviaria a 1 faixa em cada sentido?
    Nâo vêem o erro, os responsaveis?
    Querem persistir na ideia e no projeto existente, com teimosia?
    É, ou não, o bem comum que a camara municipal defende?

  2. Quem não conheça bem os eleitos da atual maioria vai pensar que fazem de propósito. Que agem deliberadamente. E pode muito bem não ser o caso. Vários detalhes apontam no sentido de estarem a ser manipulados por alguns técnicos superiores municipais, cujos interesses não são forçosamente os do Município, nem os dos cidadãos em geral.
    O Paiva, que cometeu uma série de erros, conseguiu ainda assim requalificar capazmente duas das entradas da cidade: a Estrada de Leiria e a Estrada de Coimbra. Ao invés, esta maioria, que já está no sétimo ano de poder, insiste em asneirar.
    No caso da Estrada de Lisboa, há muito que se impõem duas obras: A – Requalificação entre o nó do Moinho Novo e o nó do Padrão; B – Construção de uma rotunda no acesso à ponte do Flecheiro.
    Pois nem uma coisa nem outra. Consideraram prioritária aquela mariquice da A. Nun’Álvares.
    No caso da Várzea Grande, há desde sempre um largo consenso local para se fazer um parque subterrâneo. Pois não senhor. Não se fez. Preferiu-se ornamentar a Várzea Grande antigo campo da feira.
    Agora com a Estrada da Serra vamos pelo mesmo caminho. O troço prioritário a requalificar é entre o Politécnico e o acesso à A13, por razões óbvias. Pois não senhor. Sai mais um pontapé na lógica das prioridades: Resolveram tornar mais estreita a via entre a Praceta Raul Lopes e o Politécnico, para mais umas mariquices. Porquê? Para quê?
    Qual vai ser a aselhice seguinte?

  3. Mais obras na cidade?
    Não tarda muito precisamos de uma revolução cá no burgo porque na maioria das aldeias do concelho continua a não existir saneamento básico. Parte do investimento está feito mas para terminar o projecto nunca há dinheiro e o que houve foi desviado.
    Mas o que é que esta gente que vive no perímetro urbano pensa? Que nas aldeias não há máquinas de lavar? Que as pessoas não tomam banho ou que tomam na rua debaixo de um mangueira ou no rio? Mas ninguém passa nas aldeias para verificar que as pessoas são obrigadas a descarregar as fossas para as valetas? A CMT não tem serviços que possibilitem a recolha em todas as fossas do concelho… e no topo da cereja… os cidadãos ainda pagam há décadas por um serviço que não existe.
    Isto é uma anedota dos dias modernos e agora mais uma “obrazita” de 2 milhões… começa a fartar.

  4. Foi um erro do Sr. Paiva não prever vias ciclaveis até ao Politécnico quando este tinha milhares de alunos. Agora que esses alunos não passam de umas centenas, com tendência para diminuir, para quê estrangular essa importante via de acesso? Com o estacionamento automóvel acontece o mesmo. Pretende-se ou não atrair novos residentes? Alguém acredita que esses novos ativos e suas famílias fazem da bicicleta o seu meio de transporte? Ou será que o que se pretende é ter uma cidade de reformados em que impera a cadeira de rodas?

  5. Desta vez nem sequer podem alegar que as obras são para modernizar as infraestruturas. As que já estão datam de há menos de 15 anos. Vão substitui-las?
    Trata-se portanto só e apenas de obras ornamentais, para os parolos dizerem que fica muito bonito.
    Que cabeças! Que cabeçadas! Cada cavadela, uma minhoca!

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