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Novo espaço para os patos custou quase 20 mil euros

A empresa que fez o desassoreamento do rio Nabão, foi contratada pela câmara de Tomar por ajuste direto para construir a paliçada de proteção à Levada na margem direita do rio Nabão, espaço de abrigo de patos, gansos, cisne e outras espécies.

Além de consolidar os “alicerces” dos antigos Lagares d’el Rey, criou-se um renovado abrigo para as aves onde não faltam árvores e um passadiço.

A obra já está concluída e custou 18.401,50 euros + IVA, conforme consta no portal da contratação pública.

Escrita por Redação

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  1. WC para cães, abrigo para patos, limpeza do rio, presidente a apanhar beatas na rua. Das eleições saiu uma câmara PS, mas afinal o que temos é uma câmara PAN. Ora toma!

    • Quer o sr. dizer Câmara PAN = Câmara do Partido das Anedotas Nabantinas? Como está bem à vista de quem não use antolhos partidários.
      Ou estarei enganada?

  2. É o subconsciente dos senhores autarcas a impôr-se e a fazer das suas.
    Com a aproximação das autárquicas de Outubro 2021, começa a surgir nas ditas cabecitas a angústia em relação ao futuro profissional. Aturar desempregados é uma seca das antigas. Dar aulas é cada vez mais problemático. E quando nem uma coisa nem outra, então nem é bom pensar, quanto mais agora falar. Daí a imperiosa necessidade de abrigo.
    E talvez que arranjando agora um abrigo para cães e outro para as avezinhas do Nabão, depois alguém arranje um abrigo para as entretanto desamparadas avezinhas da câmara. Os caminhos cerebrais são quase sempre do mais tortuoso que há. E os desígnios do Senhor são insondáveis

  3. Fotografia muito oportuna e feliz. Nela se vêem dois corvos marinhos enxugando as asas, após mais um razia subaquática. São aves de arribação, que todos os anos por esta altura vêm dizimar a fauna aquática do Nabão. Só escapam os barbos, carpas e bogas de maior envergadura, por razões evidentes.
    Perecem-se muito estes corvos marinhos com os autarcas que temos tido e temos. Aves de arribação após o voto, instalam-se, sacam o que podem (ordenados e mordomias…), e acabam por deixar tudo ainda pior que à partida. É só pensar no que está para trás.
    É a triste sina da malta nabantina.

  4. Não se percebe qual a admiração. Tomar é terra de patos, não os da construção civil mas os tomarenses residentes que têm votado nos últimos 40 anos nos ilustres autarcas que, sem visão, têm levado Tomar para a insignificância nacional e regional. O pior é que os outros desistem, calam-se, ou vão-se
    embora. Fica o compadrio que só se preocupa em salvar os lugares de poleiro.

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