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Lavagem não abrange todas as ruas do centro histórico

A rua dos Moinhos e a rua Pedro Dias são algumas das artérias do centro histórico de Tomar que ficam de fora na operação de lavagem de arruamentos que a câmara vai realizar entre 16 e 18 agosto.

Moradores e comerciantes daquelas ruas lamentam a discriminação e denunciam a sujidade bem visível no pavimento. “É só lá passar e constatar in loco o estado em que se encontra o lajedo”, criticam.

Segundo o edital camarário, vão ser lavadas as ruas Serpa Pinto (Corredoura), Infantaria 15, João M. de Sousa (e não José, como está escrito no cartaz), Silva Magalhães, Praceta de Olivença, Praça da República e Largo do Pelourinho, além de algumas travessas.

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Os trabalhos vão decorrer entre as 3 e as 7 horas e incluem “a lavagem de toda a faixa de circulação de viaturas automóveis, passeios, bermas, caminhos e locais de estacionamento”.

A câmara garante que “os trabalhos serão executados de modo a remover toda a sujidade, odores, incrustações, manchas de gordura e escorrência nos pavimentos, tendo especial atenção aos recantos dos edifícios e áreas de deposição de resíduos”.

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2 comentários

    1. Tendo nós um rio de caudal generoso, mesmo durante os estilos mais violentos, porque se trata dum rio de com várias nascentes que nunca secam, será inconcebivel argumentar escassez de água para criticar a lavagem dos arruamentos.
      Tempos houve em que até se regavam as ruas para arrefecer o ambiente. Compete à autarquia, se assim o entender, proporcionar melhor qualidade de vida aos que cá vivem e aos que nos visitam, e separa isso tiver de utilizar água pois que o faça, que todos agradecemos. O que é incompreensível é fazê-lo com água tratada, isto é da rede pública, como acontece com a rega do jardim da Mata dos Sete Montes.

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