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Jovens estrangeiros ilegais detidos em Tomar por branqueamento e falsificação

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A Polícia Judiciária deteve em Tomar três jovens estrangeiros de 27 anos por crimes de branqueamento, falsificação de documentos e permanência ilegal em território nacional.

Através do Departamento de Investigação Criminal de Leiria, a PJ fez três buscas domiciliárias e dois mandados de detenção, emitidos pelo Ministério Público de Tomar, detendo dois indivíduos, fortemente indiciados pelo crime de branqueamento de capitais.

Segundo o comunicado da PJ, “na ação, foi detido ainda um terceiro individuo que se presume estar associado aos visados na operação, por estar na posse de documentos de identificação pessoal, BI e Passaporte de país comunitário, que se demonstrou serem falsos e consequentemente encontrar-se ilegal em território nacional”.

A PJ considera que “foram apreendidos relevantes elementos de prova sobre os factos em investigação”.

Os dois arguidos visados na investigação, abriram contas bancárias em Portugal sobre as quais recaíram pedidos de devolução de fundos depositados, solicitados por empresas oriundas da Alemanha, Reino Unido e Finlândia.

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Naquelas contas verificou-se também elevado número de depósitos nacionais, suspeitando-se pela informação recolhida que resultam de burlas informáticas e transferências para contas particulares em cinco países europeus, sendo beneficiário de parte delas um dos detidos na presente operação.

Na posse dos visados foram encontrados dez documentos de identificação falsos, passaportes e bilhetes de identidade, com os quais abriram mais de uma dezena de contas bancárias e criaram inscrições junto da AT para obtenção de NIF, elemento crucial para abertura de contas bancárias e ainda inscrições em universidade nacional.

Os detidos ainda vão ser apresentados às Autoridades Judiciárias para primeiro interrogatório judicial e aplicação das medidas de coação.

Comunicado da PJ

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3 comentários

  1. Tomar parece um paraiso para criminosos…é curiosa esta articulação entre o mp de tomar e a pj de leiria..ja sao várias as operações, mesmo de pessoas que nao vivem em tomar (lembro de um presidente de junta de abrantes)…

  2. Este controle de fronteiras que está a ser feito agora por causa da vinda do senhor Papa, devia ser permanente. Mesmo em relação aos países do espaço Schengen. Mesmo em relação aos chamados países irmãos e/ou lusófonos. Com as fronteiras abertas, entra quem quer e quando quer. Resultado: Portugal acolhe toda a escória que aparece e depois o resultado é o que se sabe. Aumento brutal da criminalidade a todos os níveis.

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