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Inquérito aponta o melhor e o pior do congresso da Sopa

Um grupo de alunos do curso de Gestão Turística e Cultural do IPT aplicou um inquérito durante o último congresso da Sopa, evento gastronómico que se realiza todos os anos no primeiro domingo de maio em Tomar.

Foram aplicados 249 inquéritos com 27 questões. Os resultados foram apresentados na terça feira, dia 4, na Levada.

Em relação ao congresso da Sopa, segundo os resultados do inquérito, a taxa de satisfação dos participantes é de 95%. Prova disso é que 78%  dos inquiridos manifestaram a intenção de voltar a participar no evento.

Uma das principais críticas feitas à organização é a falta de estacionamento. 45% apontam este como sendo o principal problema.

Quase metade dos inquiridos (44%) não sabe quem organiza o congresso da Sopa (câmara de Tomar) e 41% afirmou desconhecer o carater solidário do Congresso (uma fatia das receitas – até 5 mil euros vai para o CIRE).

De entre as dezenas de sopas disponíveis a maioria dos inquiridos gostou mais da sopa de peixe, seguida da sopa conventual e da sopa de pedra. Não foi questionado se a quantidade de sopa era suficiente, uma das falhas da organização. Este ano, faltou sopa, havendo pessoas que compraram bilhete e não comeram qualquer sopa.

Segundo o estudo, dos participantes no último Congresso da Sopa, 82,7% são nacionais e 17,3 por cento estrangeiros, com predominância para espanhóis, mas também ingleses e franceses.

46,6 por cento são de Tomar. De entre os visitantes de fora da cidade, destaque para os oriundos de Lisboa, Leiria, Castelo Branco e Coimbra.

Em relação aos escalões etários, apesar de haver participantes dos seis aos 96 anos, a maioria integra a faixa etária ente os 16 e 46 anos. Quanto ao género, 56,6% mulheres e 43,4% homens.

Para 47% dos entrevistados era a primeira vez que participavam no evento.

À pergunta “como tiveram conhecimento do congresso”, 49,4 responderam pelo “boca-a-boca”, 42,2% pela internet, 22,5 por cento pelos cartazes e 15,7% pelos jornais.

Quais as motivações que o levaram a participar no congresso da Sopa? As principais respostas a esta pergunta foram: convívio (a maior parte), conhecer as sopas foi o segundo fator e almoçar o terceiro.

Durante o debate realizado durante a apresentação destes resultados, um cidadão criticou o facto de haver falta de informação acerca daquela iniciativa, por exemplo quanto ao local. Não há na cidade qualquer indicação de “complexo da Levada” nem de “Moinho da Ordem”, onde decorreu a sessão. Vindo de fora, o cidadão teve de perguntar na rua onde era o local e  apenas uma pessoa soube indicar.

Outro aspeto foi a escassa divulgação da iniciativa organizada pelo IPT e Câmara, onde além dos resultados do inquérito, Cecília Rosa, da empresa Caminhos da História, falou sobre o tema “Turismo de Eventos”. A divulgação da sessão foi feita apenas nas redes sociais e com poucos dias de antecedência.

 

Escrita por Redação

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  1. Por outras palavras, aquilo que todos os tomarenses que sabem ler e lêem habitualmente estão fartos de saber: 1 – Falta de organização; 2 – Falta de estacionamento; 3 – Falta de sinalização; 4 – Falta de informação; 5 – Falta de competência; 6 – Falta de arcaboiço; 7 – Falta de gabarito dos inquiridores do IPT.
    Mas tirando isso, correu tudo muito bem. É sempre assim. E os tomarenses gostam.

  2. Engraçado como se esqueceram de perguntar sobre a quantidade da sopa, quando isso seria a pergunta mais pertinente. Enfim paguei bilhete e só provei, refiro provei, porque as 13:15h mais de metade das bancas já não tinham sopa. Enfim é o que temos!!!!!!

    • Pelo nome, a senhora é portuguesa como eu. Deve saber portanto que em Portugal há sempre coincidências demasiado oportunas para serem apenas coincidentes. Em Tomar então, nem se fala, uma vez que os eleitos instalados são alérgicos às críticas. De forma que, sem o esquecimento que refere, os coitados dos alunos IPT estavam tramados. Não lhes pagaram para “cuspir da sopa”.
      A democracia e a liberdade de opinião/informação são sempre muito bonitas, mas infelizmente só para os outros.

    • Pelo nome, a senhora é portuguesa como eu. Deve saber portanto que em Portugal há sempre coincidências demasiado oportunas para serem apenas coincidentes. Em Tomar então, nem se fala, uma vez que os eleitos instalados são alérgicos às críticas. De forma que, sem o esquecimento que refere, os coitados dos alunos IPT estavam tramados. Não lhes pagaram para “cuspir na sopa”.
      A democracia e a liberdade de opinião/informação são sempre muito bonitas, mas só quando se limitam a criticar os outros. Quando nos toca…

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