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Hugo Cristóvão diz que padre Mário tinha “presença demasiado politizada”

“No exercício das funções religiosas, o padre Mário, na minha opinião, tinha uma presença demasiado politizada. Mas também ninguém é perfeito”. A afirmação foi feita esta semana pelo Vice-Presidente da Câmara de Tomar numa rádio local.

Mais à frente, Hugo Cristóvão disse ainda que o padre Mário não teve intervenção na recuperação da igreja dos Casais depois do incêndio, a não ser na parte final da obra.

Esta afirmação não corresponde à verdade e foi desmentida publicamente pela irmã do padre Mário que lamentou as afirmações do Vice-Presidente:

 

 

 

https://www.facebook.com/photo/?fbid=4290069747735107&set=a.4290066057735476

 

 

 

 

Escrita por Redação

Comentários

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  1. Há quem goste de uma igreja calada. De sacerdotes submissos perante os poderes políticos e outros. Para mim, uma igreja calada não presta e um sacerdote submisso não presta igualmente. O padre Mario não será esquecido nem o seu nome destruido.

    • Estou de acordo. Penso contudo que se o padre Mário não for esquecido, nem o seu nome destruído, será sobretudo por razões menos nobres: Desaparecimento do catavento manuelino de S. Gregório; apropriação indevida do quadro de S. João Batista; ter dito nos Casais, aquando do restauro do templo ardido, e respondendo a paroquianos chocados com um torneio de sueca em plena igreja, que só era sagrada quando ele lá estava; visita documentada em foto à campa de Salazar, em Santa Comba Dâo. Outros comportamentos menos aceitáveis, que causaram sérios problemas de consciência a vários fiéis.
      Parecem-me demasiados pecados para um representante de Deus na terra, e envidenciam uma determinada maneira de estar e de agir.´com a qual não posso concordar. Ou não?
      Escrito isto, que descanse em paz, pois o Senhor tudo perdoa, e os paroquianos também. Mas como bem disse em tempos o ex-seminarista Salazar, “Deus manda perdoar, não manda esquecer.”

  2. Na verdade, era uma voz que incomodava um poder político incompetente e que nunca mostrou capacidade de contribuir para a conservação das igrejas do concelho. Quanto aos pecados que o senhor Rebelo Laico fala, quem quer saber?

    • Ninguém quer saber, pois claro. Está dito, está dito. Palavra do senhor. Assim seja.
      E se você tivesse mais cuidado com o que escreve? Quem lhe disse que o autor do comentário é mesmo a pessoa que citou? Quem lhe enfiou na cabecita que o poder político local tem de contribuir para a conservação das igrejas do concelho que pertencem às paróquias e só a elas? Nunca ninguém lhe disse, nem leu algures, que o Estado é laico?
      De imbecis, muito seguros de si mesmos, está o concelho muito bem servido. Por isso a situação é a que todos conhecemos. Mas como diz beatamente este senhor Jorge, (que não é nada imbecil) “quem quer saber”? Que é como quem diz, em português corrente em vez de inglês traduzido, “quem se incomoda com isso?”

      • O Estado somos todos nós. Cuidar do Património que traz turistas à cidade é só obrigação dos Católicos? Esta ideia tem de ser derrotada e rapidamente, para o bem da Cidade.

        • Tenha maneiras pretenso sr. Jorge. Meça bem o que diz. Essa do “Estado somos todos nós” cheira que tresanda aos defuntos regimes da Europa de leste e aos seus sucessores. Venezuela e Cuba, por exemplo.
          Em Portugal, pretenso sr. Jorge, os empresários, os investidores e outros grandes pagadores de impostos são quem sustenta o Estado que temos, mas não são o Estado, e ainda bem.
          Restaurar o património “que traz turistas à cidade” não é obrigação só dos católicos, mas sim de todos os proprietários desse património. Ou agora a igreja quer o melhor de dois mundos? O Estado, para pagar com dinheiro dos contribuintes, e o clero para gerir as coisas à sua maneira? O Erdogan é um malandro, por retransformar uma antiga igreja ortodoxa numa mesquita, mas o clero português é um conjunto de santos, por tentarem sacar dinheiro ao Estado de qualquer maneira? Outra vez dois pesos e duas medidas? Não aprenderam nada com a horrorosa, monstruosa e falhada aventura do Santo Ofício?

          • Tenha cuidado com o que diz, meça bem o que diz. Tenha maneiras…Estes conselhos só vêm mostrar que o que digo incomoda. Felizmente sei que incomodo pouca gente. Defensores da sua moral e bons costumes. E eu que só falava de política local.

  3. Sr Cristóvão, enquanto vareador não o tenho visto desenvolver coisas especialmente boas para o concelho, só aparece nas fotografias, nas festas, nos momentos “bonitos” para a foto, acha se perfeito? Enquanto professor no Lumiar e por andou, pelo que sei, também não foi grande pistola! Lá está, na opinião geral de si, há quem adore e quem odeia! Seja politizado, ou não, é preciso falar assim ainda do Homem?! Deixem a sua memória em paz! Não o julguem, todos falhamos e todos nós teremos as nossas contas a dar onde está previsto, agora não denigre, foi o que foi, como conseguiu, e o melhor que pode fazer, como a sua exmo sr Cristóvão! Acredito que faz o que pode e do melhor que pode e que sabe! não fale assim, deixe o em paz assim como a sua família, obrigado

  4. Nao sei se escrevo bem. Mas tenho respeito por quem se foi. E muito feio falar mal dos outros. Tomara este sr ter a capacidade de ajudar quem precisa e ainda mais efectuar obras ou realizar eventos para angriar dinheiro . Este sr fala agora mal de quem ja nao sr pode defender. Porque será?

    • Posso fazer-lhe um pedido, srª dª Fátima? Deixe-se de falsos pudores e não tente enganar os outros em nome daquilo que a srª julga ser a fé católica, apostólica e romana.
      A srª realmente não se pode dizer que escreva bem. Mesmo assim, tem todo o direito de opinar e defender quem bem entender. Não pode, em nome da decência, é fingir que confunde factos incontestáveis com “falar mal de quem já não se pode defender”. A velha máxima oiçam o que eu digo, não façam o que faço, foi chão que já deu uvas.
      A srª não leu num comentário acima que perdoar não é esquecer, e muito menos branquear?

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