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Estacionamento na zona da Saboaria reduzido a metade

A instalação de lancis na rua e largo da Saboaria, entre a av. Torres Pinheiro e o palácio Alvaiázere, permite perceber a redução dos lugares de estacionamento daquela zona de Tomar.

É a parte da empreitada da Várzea Grande que está mais adiantada e onde já é possível ver os espaços destinados ao estacionamento definidos pelos lancis.

Pelas nossas contas, esta zona vai perder cerca de metade dos lugares de estacionamento. Na rua da Saboaria havia 12 lugares e passam a ser apenas três.

No largo da Saboaria até ao palácio Alvaiázere havia cerca de 40 lugares e passam a metade.

Basta comparar as imagens do Google Street View datadas de outubro de 2014 com as que publicamos (captadas a 9 de março de 2020).

A empreitada de requalificação da Várzea Grande começou em setembro de 2019 e é suposto estar concluída no prazo de um ano.

A câmara entregou a obra à empresa Angulo Recto – Construções, Lda., de Vila Nova de Famalicão, por 2.815.349,40 euros.

Escrita por Redação

Comentários

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  1. Este “caso”, mais o das obras que consta da notícia seguinte é bem elucidativo da política e da prática deste executivo camarário e da “oposição” que de facto não existe.
    Toda a cidade, de uma ponta a outra, se está a transformar numa coisa de onde os tomarenses são expulsos e/ou onde têm de pagar para poder ir ou estar. Um inferno.
    O que tínhamos (um sitio para por o carro) deixámos de ter. E enquanto fazem essas obras de arte fazem questão de nos infernizar mais a vida com obras e mais proibições.
    No que fazem e no modo como o fazem esta gente, por mais que se elogiem mutuamente, demonstram o mais profundo desprezo e falta de respeito pelos tomarenses.

  2. Habituados a serem considerados a “ovelha negra” desta cidade desde há muito tempo a esta parte, a grande maioria dos pequenos comerciantes e industriais tomarenses, sobretudo os da parte velha da cidade, que têm vindo ano ano após ano e aos poucos a definhar, devido às políticas erróneas dos executivos camarárias, que pouco interessados em desenvolver a cidade e o concelho economicamente, resolveram com mais estas obras e olhando como de costume apenas e só para o seu umbigo ataca-los, diminuindo drasticamente o parqueamento automóvel, defendendo como não podia deixar de ser os interesses das grandes superfícies, para felicidade de alguns que estão convencidos que o turismo é a salvação…

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