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E o Bloco de Representações foi abaixo

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Já se iniciaram as demolições das antigas instalações do Bloco de Representações, no Flecheiro, em Tomar.

Desativado desde 2011, o edifício, agora propriedade da câmara, estava abandonado e vandalizado.

É a empresa Lusitânia – Sociedade de Construções, Lda. de Tomar, que está a proceder à demolição, serviço para a qual foi contratada pela câmara por 21.445 euros + IVA.

 

Fotos captadas a 25 de julho de 2021


Escrita por Redação

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Comentários

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  1. Mais um ícone da vida comercial e industrial que se apaga. Perdurará, no entanto, nas memórias daqueles que se lembram do Bloco de Representações, Lda como uma das empresas que mais negócio fazia em apoio às unidades industriais do concelho no tempo em que Tomar fervilhava de actividade industrial.

  2. Um triste dia para mim e para todos os que por lá passaram, um dia feliz para o Eng.Paiva que ainda antes de ganhar o primeiro mandato me disse que o Bloco era para demolir…
    Não o consegui embora muito tentasse no tempo do meu pai e no meu mas lançou a semente que mps fez abandonar a empresa e a cidade devido às constantes dificuldades criadas pela Camara PSD a tudo o que pretendíamos até a construção em Carvalhos de Figueiredo andou enguiçada até ser comprada…
    Teve um grande enterro uma insolvência que cpm 10 anos ainda nao foi fechada e muito, muito para ainda ser revelado. No mínimo que por lei o fiel depositário tinha que a conservar no estado em que foi apreendida.

  3. Espero que a <CMT tenha resguardado símbolos, chapa iconográficas, vestígios e marcar arquitetónicas para memória futura!

  4. SÃO TEMPOS DE RECESSÃO

    Partilho com os outros comentadores o desgosto pela morte do Bloco.
    Foi de facto uma grande empresa. Está na história da cidade de Tomar.
    Fica na memória de alguns a história de uma empresa velha – quase do tempo da monarquia – que foi mesmo um elo importante no desenvolvimento do concelho.
    Ficas a amizade e simpatia com alguns colaboradores que ainda andam por aí.
    Fica a nostalgia de um tempo em Tomar era um pólo de vida e de desenvolvimento para onde apetecia vir ou regressar.
    Restam ruínas, Várzeas Grandes asfaltadas ou cimentadas sem qualquer possibilidade de uso para os tomarenses; restam ciganos e ciganas.
    E vão restando e impondo-se bandos de saqueadores credenciados que entre conluios com arquitetos e empreiteiros, actores e figurantes e figurões do norte que vêm cá fazer a festa templária. Estes pol´ticos abjectos, de que o PS é somente o bando mais refinado, pelo que fazem e pelo que omitem têm conseguido esta coisa espantosa que é tirar a cidade aos tomarenses e tirar os tomarenses da cidade.
    São tempos de recessão.

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