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Defensores dos animais interrompem tourada em Santarém (c/ vídeo)

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Dois ativistas contra a violência sobre animais interromperam a corrida de touros do dia de Portugal na Praça de Santarém, no dia 10 de junho.

A belga Christina de Leu e o holandês Peter Janssen, do grupo Vegan Strike Group, saltaram das bancadas e invadiram a arena com mensagens de protesto contra a violência sobre os animais.

Foram forçados a sair da arena por aficionados e elementos da organização da corrida ao mesmo tempo que as cerca de 12 mil pessoas que assistiam ao espetáculo protestavam contra o gesto dos ativistas.

À semelhança do que aconteceu há um ano no Montijo, Peter Janssen foi agredido na praça de touros de Santarém, conforme mostra um vídeo.

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7 comentários

  1. Desprezível a atitude dos defensores das touradas, mas também não seria de esperar que fosse diferente, quem maltrata animais dificilmente respeita as pessoas.

    1. Sra. Ana Santos, não vale a pena a Sra. explicar a certos personagens o que são os maus tratos a animais e que tipo de pessoas sentem prazer nisso!
      Infelizmente quem defende as touradas, (na minha opinião) são indivíduos sádicos e com desiquilíbrios acentuados!…

  2. Não vou a touradas e admito ser um espetáculo dispensável. Mas a tourada é um espetáculo legal e como tal não devem ser importunados os que a frequentam. Os srs. belgas podiam concentrar-se no que se passa com criação, transporte e abate de animais de forma ilegal e vergonhosa.

  3. Estas invasões de campo em nada ajudam à boa resolução desta divergência.
    Este confronto de posições terá de ser resolvido com todas as partes sentadas a uma mesa e conversarem.
    É certo que as touradas são uma “tradição” secular,
    Mas também é certo que já não vivemos em séculos passados onde o conhecimento era reduzido, e se praticavam atos bárbaros mesmo ao próprio Ser Humano
    É igualmente certo que apesar da discordância, o acto de espetar ferros nas costas do touro é um acto de maltratar um animal, e deve ser tratado no âmbito da violência dos animais. Os hábitos e as tradições não podem ter a força de lei, nem podem ser superiores ao conhecimento em pleno século XXI e ao respeito pela vida dos animais…
    Quantos hábitos antigos e quiçá tradições não terminaram já com o evoluir do tempo!?

  4. Tristeza desses duas pessoas, que vão para o país deles, o que estão aqui a fazer, mal empregado não terem levado uma passa a sério do touro, têm que respeitar quem gosta, esses e outros não gostam não vão.

    1. A questão das touradas não tem que ver se gosta ou não gosta.
      Tem apenas que ver com o maltratar dos animais, ou agora os touros estão excluídos da lei!?
      As pessoas são sádicas, o que em pleno século XXI é grave, isto necessita dum tratamento, quiçá levarem com um ferro nas costas tal como fazem aos toiros!?

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