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Cruz Vermelha substitui bombeiros de Tomar nos serviços de emergência

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Nesta altura não há ambulâncias ao serviço no quartel dos bombeiros de Tomar. As quatro ambulâncias continuam avariadas desde o dia 16, tal como noticiámos aqui.

Perante este problema tem sido a ambulância da Cruz Vermelha a fazer alguns serviços de emergência, como aconteceu nesta terça feira, dia 20 por volta das 13h30. Houve um pequeno acidente com uma criança na escola dos Templários e, após contacto com o 112 (CODU – Centro de Orientação de Doentes Urgentes), foi enviada a ambulância da Cruz Vermelha (na foto) para socorrer a criança.

Noutros casos, como aconteceu ontem num despiste na freguesia de S. Pedro, são bombeiros de corporações vizinhas que prestam socorro. Neste caso foram os operacionais de Vila Nova da Barquinha e Constância.

Nestes casos, os bombeiros de Tomar, recentemente reforçados com 19 operacionais, ficam no quartel por não terem ambulâncias, deixando-os frustrados e desmotivados por não poderem cumprir a sua missão.

Os bombeiros de Tomar são municipais, ou seja, é o Município que tutela a corporação. A responsável política é a presidente da câmara, Anabela Freitas, que até agora não prestou qualquer esclarecimento à população.

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Sobre este assunto, recebemos umas achegas de um cidadão conhecedor do assunto:

  1. Das quatro ambulâncias, duas estão completamente desgastadas com um período de vida longo (basta ver que uma delas era o antigo INEM, foi completamente alterada).
  2. Está em funcionamento pelo menos uma ambulância da Cruz Vermelha. Com o novo protocolo entre o INEM e os bombeiros não existe forma de substituir em caso de avaria como acontecia antes. Agora a ambulância do INEM passa logo para os quadros dos Bombeiros;
  3. A SIV do INEM teve que levar um doente para Lisboa. Tomar neste momento nem SIV tem. A esta hora.
  4. Os bombeiros de Tomar pretendem adquirir um novo veículo de incêndios urbanos num valor a rondar os 240 mil euros. Quando na frota possuem um veículo desses que podia perfeitamente ser atualizado em termos de material. Já para não falar que o veículo creio que nem 100 mil quilómetros tem.
  5. Isto é um assunto demasiado grave para deixar cair, a população não tem noção da gravidade disto. Obrigado pelo seu trabalho.

 

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4 comentários

  1. Adaptem os TUT antigos a ambulâncias ,e fica o problema resolvido !
    Até dava para emprestar aos concelhos vizinhos , como por exemplo Algés !

  2. O município deveria passar a responsabilidade dos bombeiros para uma associação humanitária, como fez Abrantes, e assim ver-se livre da responsabilidade.
    E ainda poderiam fazer de bonzinhos dando uns subsídio, se lhes apetecer e der jeito.
    Ou podem simplesmente fechar os bombeiros, não é preciso ter bombeiros para se manterem como concelho, e assim viam-se livres dessa responsabilidade, o Estado central que recebe o grosso dos impostos que preste o serviço, ou a sociedade civil através de associação ou algo do género.
    Se tudo correr mal, vão fazer política para o parlamento ou assim, que é para onde se promovem os piores.

  3. Continuem a gastar o dinheiro dos contribuintes e moradores na cidade em festas, festivais e afins tudo na corredoura e praca da republica deixando morrer e as moscas o comercio que esta mais afastado dessas zonas. Tudo uma cambada de oportunistas que so favorecem quem lhes convem deixando para tras coisas bem mais importantes que tais como viaturas de emergencia avariadas e pagando ordenado a quem nada pode fazer para ajuda a populacao.
    VERGONHA DE GOVERNACAO.

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