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Corrida de toiros em Tomar

Depois da corrida de toiros da festa dos Tabuleiros em julho, a praça de Tomar recebe nesta sexta feira, dia 9, a partir das 22 horas, a corrida de toiros à portuguesa em homenagem ao emigrante.

Do cartel fazem parte os cavaleiros Marcos Bastinhas, Luís Rouxinol Jr. e António Prates. Participam os grupos de forcados do Montijo e de Tomar e os toiros vêm da ganadaria S. Martinho.

Esta corrida marca a despedida do cabo do grupo de Forcados Amadores de Tomar, Marco Fernando de Jesus, de 43 anos. “Nesta Corrida não me vou despedir de forcado, isso serei sempre, apenas deixarei de ser o Cabo do grupo. Tudo na vida tem um tempo e eu fui pai há pouco tempo e quero dedicar-me mais à família. Continuarei ligado ao grupo, mas noutras funções, podendo participar em ocasiões especiais”, explicou Marco numa entrevista ao jornal Cidade de Tomar.

À semelhança do que aconteceu na corrida de julho, um grupo de defensores dos animais marcou um protesto para aquela noite em frente à praça de toiros.

 

Escrita por Redação

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  1. (este meu comentário que coloquei noutro sítio, fica também bem aqui)
    SINAL DE SUBDESENVOLVIMENTO E ATRASO
    Nas sociedades atrasadas, aquelas que ainda não se “afastaram” o suficiente da natureza para a respeitar e gostar dela, a afirmação sobranceira da sua “superioridade” é precisamente o domínio cruel sobre a própria natureza.
    De tal modo estão próximos dela, de tal modo são broncos e grunhos, que precisam de actos bárbaros que dizem a si próprios tratar-se de cultura, para se regogizarem “superiores”.
    A tourada não é um desporto. Porque no desporto só os melhores e mais capazes, ou que se dedicam com esforço e abnegação chegam ao pódium. No desporto não vale de nada invocar o nome de família.
    A tourada não é arte, como andam a pretender que passe.
    A tourada é uma acto de crueldade a que assistem alguns papalvos, praticada por quem se acha superior por ser um pouco mais inteligente que os animais que torturam.
    A tourada é o mais representativo e asqueroso sinal do atraso dos povos de matriz católico-mediterrânica. Nela se representa sem renovação estética o imobilismo tacanho de uma sociedade de classes rural bem retrógrada.
    A cavalo, filhos e netos e bisnetos de famílias que se têm “de bem” e que acham que é um privilégio dos outros só de poderem vê-los naquilo. E por aí a baixo, até aos desgraçados dos pegadores, mais ao nível do touro, tudo a representar uma sociedade de classes que, felizmente, já vai mudando.
    A tourada é uma coisa que já nos vai envergonhando.

  2. Neste momento, 16 horas, não se pode estar em Tomar com a barulheira e poluição sonora da publicidade desta gente.
    Como toda a gente normal, não lhes basta colocar um cartaz ou anunciar na rádio, ou mesmo na internet?

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