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Convento de Cristo admite vigilantes

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A Direção-Geral do Património Cultural, que tutela dezenas de monumentos no país, entre os quais o Convento de Cristo, abriu concurso para admissão de 74 assistentes técnicos, dos quais três para o monumento de Tomar.

A data limite para apresentação de candidaturas, formalizadas em formato de papel, é dia 6 de janeiro.

Aqui fica a lista das vagas:

Museu Nacional Soares dos Reis, Porto 4
Museu Nacional Grão Vasco, Viseu 2
Museu Monográfico de Conímbriga-Museu Nacional 3
Museu Nacional Machado de Castro, Coimbra 3
Convento de Cristo, Tomar 3
Mosteiro da Batalha 2
Mosteiro de Alcobaça 3
Palácio Nacional de Mafra 2
Palácio Nacional da Ajuda, Lisboa 3
Museu Nacional de Etnologia, Lisboa 2
Museu de Arte Popular, Lisboa 2
Museu Nacional de Arqueologia, Lisboa 3
Museu Nacional dos Coches, Lisboa 4
Mosteiro dos Jerónimos, Lisboa 4
Torre de Belém, Lisboa 2
Museu Nacional de Arte Antiga, Lisboa 8
Museu Nacional de Arte Contemporânea, Lisboa 4
Museu Nacional do Azulejo, Lisboa 3
Museu Nacional do Teatro e Dança, Lisboa 2
Museu Nacional do Traje, Lisboa 3
Museu Nacional Frei Manuel do Cenáculo, Évora 3
Museu Nacional da Resistência e Liberdade, Peniche 2
Casa-Museu Dr. Anastácio Gonçalves, Lisboa 2
Panteão Nacional, Lisboa 2
Museu Nacional da Música, Lisboa 3

Mais informação aqui

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Vagas também por mobilidade

Até ao fim do ano, os trabalhadores com vínculo à função pública podem também candidatar-se para trabalhar como vigilantes no Convento de Cristo e noutros monumentos da Direção-Geral do Património Cultural. Está aberto concurso para 14 vagas nos monumentos sob sua tutela.

É condição que os candidatos tenham relação jurídica de emprego público previamente constituída, em regime de contrato de trabalho em funções públicas por tempo indeterminado e têm de estar integrado na carreira/categoria de assistente operacional.

Aos vigilantes compete assegurar a receção e acolhimento de visitantes do Museu, Monumento ou Palácio, orientar, encaminhar e prestar informações de carácter geral, executar as tarefas de vigilância e segurança ao longo dos percursos de visita, mediante a utilização dos respetivos meios audiovisuais e outros adequados e zelar pela limpeza e integridade do património afeto ao Museu, Monumento ou Palácio.

Os horários de trabalho são específicos, “de acordo com as necessidades, nomeadamente o respetivo horário de atendimento ao público, que incluem a prestação de trabalho por escalas de serviço diurno, incluindo fins-de-semana e feriados, sem prejuízo do cumprimento da duração normal de trabalho semanal de 35 horas, distribuídas por um período de trabalho diário de 7 horas.”.

A seleção dos candidatos é efetuada com base na análise curricular, sendo complementada por uma entrevista.

A candidatura deverá fazer referência ao código da oferta a que se candidata e ser remetida por email para , não podendo exceder os 6 Mb, ou, por carta registada para Direção-Geral do Património Cultural, Palácio Nacional da Ajuda, 1349-021 Lisboa.

Da candidatura devem constar os seguintes elementos/ documentos:
– Requerimento dirigido ao Senhor Diretor-Geral do Património Cultural onde conste a situação jurídica de origem, nomeadamente o vínculo de emprego público, a carreira/categoria, a posição e nível remuneratório detidas, apresentando ainda o contacto telefónico e email;
– Curriculum vitae detalhado, atualizado, datado e assinado pelo candidato(a);
– Fotocópia legível do certificado de habilitações académicas e/ou literárias;
– Fotocópias legíveis de certificados das ações de formação frequentadas, com indicação das entidades promotoras e respetiva duração, relacionadas com as atividades que caracterizam o posto de trabalho a que se candidata.
Apenas os candidatos pré-selecionados na análise curricular serão contactados para a realização da entrevista.
Contactos:

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9 comentários

  1. Ah mas podem concorrer pessoas sem ser de Cem Soldos à câmara de Tomar? Não sabia… pensava que era um exclusivo…
    Pena que quando é o festival é só deles.. mas com o dinheiro do concelho todo!….

  2. Tomar é uma terra cheia de reacionários e bufos pidescos, do tempo da Dita senhora dura onde estes cromos eram agraciados pelo número de pessoas que mandavam para o Tarrafal, mesmo que com base em falsos testemunhos. É o que continuamos a assistir mas hoje em dia só emporcalham o nome dos outros na praça pública, continuam é sem dar a cara, dão outra coisa.

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