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Câmara recua na mudança do nome da Várzea Grande

Várzea Grande, em Tomar

Não vai avançar a ideia da câmara de alterar o nome da Várzea Grande para Praça Arq. José Inácio Costa Rosa, conforme era proposto pelo vice-presidente da câmara de Tomar. Hugo Cristóvão revelou na reunião de câmara de hoje que não sabia o nome oficial daquele espaço (largo 5 de outubro) e pediu para que o assunto fosse retirado da ordem de trabalhos. “Alteração da toponímia da atual Várzea Grande para Praça Arq. José Inácio Costa Rosa” era o 1° ponto da ordem de trabalhos.

O autarca aproveitou para fazer um historial daquele largo que, em 1627, foi doado ao povo. Em 1891 foi-lhe atribuído o nome de largo Conde Ferreira e em 1901, conselheiro Pimentel Pinto. O atual topónimo – largo 5 de outubro – foi decidido pela câmara a 10 de outubro de 1910. É a morada utilizada pelo tribunal de Tomar.

A ideia de atribuir o novo nome à Várzea Grande surgiu na sequência de uma proposta do PSD para que seja atribuído o nome do arquiteto Costa Rosa a uma rua ou avenida da cidade.

“Tomar na Rede” apurou que o próprio arquiteto, atualmente com 92 anos, não concorda com a ideia de darem o seu nome à Várzea Grande.

“Temos de voltar a conversar sobre o assunto”, reconheceu o vice-presidente, depois de retirar a sua proposta.

Escrita por Redação

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  1. Grande dignidade do Vice- Presidente Hugo Cristóvão, em pedir para ser retirado o ponto da ordem de trabalhos. Estou convencido que muitos autarcas e munícipes não sabem que aquele espaço chama-se Largo 5 de Outubro, por isso não há stress nenhum.

  2. Dignidade??? Antes burrice, incompetência, ingerência, inutilidade, desconhecimento da cidade, etc etc… De louvar sim a atitude do Arq. Costa Rosa.

    Este executivo está mais interessado em atirar areia para os olhos das pessoas do que efetivamente fazer ou realizar qualquer obra que contribua para o desenvolvimento de Tomar. Sim, porque rebentar com a Várzea Grande para construir um espaço desenquadrado e completamente inútil para aquele local, destruindo o espaço da Feira de Sta Iria e de estacionamento para quem vai apanhar os transportes para ir trabalhar, não é obra contributiva, muito pelo contrário.

    Criem condições para que empresas e serviços se estabeleçam na cidade, para que as pessoas não tenham de fugir à procura de trabalho. Não são as festas, feiras e festarolas que contribuem para o desenvolvimento da Cidade. Aliás, basta olhar em volta e ver o Entroncamento, Torres Novas, …..

  3. O senhor Tiago não diga asneiras, isso demonstra pura burrice e desconhecimento do que fala. Grande atitude do SENHOR Arq., outra parvoíce da sua parte, a atribuição de nomes de ruas, praças é de inteira responsabilidade das respectivas autarquias, queiram as pessoas ou não. Aprenda mais um bocadinho.

    • Direito de resposta:

      Asneiras? Onde, por favor esclareça.

      Caso não compreenda português, eu elogiei a atitude do Arq. Costa Rosa, quem respeito muito.

      E, por favor, diga-me onde, na minha publicação, eu indico ou enuncio de quem é a responsabilidade de atribuição da toponímia.

      Todos os dias aprendo um bocadinho, mas não é consigo de certeza que o farei.

      Passe bem.

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