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Batismo do caloiro deixa rasto de lixo (c/ fotos)

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São várias as críticas aos estudantes do Instituto Politécnico de Tomar por deixarem um rasto de lixo na Praça da República depois da festa do caloiro que decorreu na tarde e noite desta quarta feira, dia 13.

À falta de civismo dos estudantes junta-se a falha da câmara de Tomar que, mais uma vez, não providencia recetáculos provisórios para recolha de lixo quando há este tipo de atividade. É que as papeleiras da praça da República estavam a abarrotar.

Não deixa de ser também um contrassenso que os estudantes organizem a “Praxe Sustentável” (Missão Beatão) no início das aulas, em outubro, em que recolheram cerca de 18 mil beatas na cidade, e depois na festa do caloiro deixem a praça da República no estado em que as fotos mostram.

Vários cidadãos partilharam nas redes sociais fotos do lixo que os estudantes deixaram depois da festa.



Escrita por Redação

Comentários

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  1. Antes comessem para aqui a disparatar vamos por os pontos no is
    O Conselho Veteranorum tinha contratado à câmara o serviço de limpeza para que as ruas de tomar e a praça não ficassem sujas. Serviço o qual foi pago com o dinheiro dos alunos que participaram no evento. Mas no próprio dia, a câmara falhou e foi incapaz fazer o que havia prometido tanto que o evento teve um começo atrasado pois teve se que solicitar a ajuda dos bombeiros, quando a notícia da falha da câmara chegou ao ouvidos dos alunos. MAS os bombeiros acabaram por ser precisos num outro lugar a meio da procissão e calhou ao doutores e ao mcv de limpar o melhor possível o resto do evento.
    Voltarei a repetir, os doutores e o mcv que não estavam nem equipado nem preparado nem com aviso, tiveram de se encarregar da limpeza um serviço que foi não só pedido como pago à câmara municipal de Tomar

  2. A missão Betão poderia agora organizar a missão lixão, tal foi a imundice que deixaram na praça. Esta é a prova real dos falsos ecologistas que apregoam um planeta sustentável mas que não largam o seu smart topo de gama, o carrinho para ir para as aulas e no final ainda conspurcam uma zona nobre da cidade. O meu aplauso para eles e para a autarquia que até concedeu honras de cortejo a um grupo de idiotas vestidos de negro, com interrupção de trânsito numa das entradas da cidade. Afinal quem é o responsável por esta garraiada?…quem de direito que lhes peça responsabilidades e os obriguem a limpar o que sujaram…tipo…missão “tagarelas porcos”. Aproveito a oportunidade para comentar um comentário (??) aqui deixado, que refere a deficiente utilização da gramática pelos alunos do politécnico. Talvez ande um pouco distraída, pois há bem pouco tempo passou uma reportagem na TV, em que alguns estudantes do IST em Lisboa, nem a tabuada sabiam…peço também desculpa por algum erro ou deficiente acentuação do meu texto, mas é que tenho os dedos demasiado grandes para o teclado do meu smart…topo de gama.

    • Sim tem razão, uma vergonha.
      Assim como é uma vergonha os jogadores de futebol e de râguebi usarem o campo do IPT pago por todos os alunos para treinarem, impedido os mesmos de o usar para qualquer fim não deixando qualquer espaço dentro do recinto para a pratica de qualquer actividade.
      Tem toda a razão, não vejo qualquer motivo para a continuação deste politécnico em Tomar e se calhar o melhor seria transferi-lo para uma cidade… Diria Abrantes.

  3. Ainda têm a lata de dizer que pagaram antecipadamente o que iriam sujar. Pior ainda, significa que antecipadamente sabiam que iam conspurcar as ruas da cidade. INACREDITÁVEL. E que tal, antecipadamente, tivessem organizado um desfil sustentável, (palavra agora na crista da onda) onde não sujassem as ruas e podiam até apelidar o cortejo de “missão cortejo limpo”.
    Amanhã estarão para aí a dizer não ao plástico, que utilizaram toda a vida e que ainda ontem deitaram para o chão…
    Já agora, para quem critica erros de gramática e os define como sinônimo de serem praticados por alunos do politécnico, deveriam ter vergonha também, pois no politécnico ensina-se como em qualquer universidade ou instituto deste país e da mesma forma, como em todos os lugares, há estudantes e estudantes…ah…já agora…eu eztudei no politécnico…n° 1153. (eztudei com Z…porque estudei no politécnico…)

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