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Alarme do cineteatro não para de tocar (c/ vídeo)

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Esta semana pelo menos três vezes o alarme do cineteatro de Tomar tocou incessantemente, sem razão aparente uma vez que não há qualquer intrusão ou assalto.

Na madrugada desta sexta feira, dia 1, os moradores nas redondezas do cineteatro mais uma vez acordaram sobressaltados com o alarme a tocar, problema que se prolongou durante cerca de duas horas.

À janela, na rua Infantaria 15, uma idosa questionava e queixava-se: “mas isto não está ligado à polícia? Eu tomo comprimidos para dormir e depois é isto”.

Os moradores telefonam para a polícia e para os bombeiros, mas estas entidades não têm capacidade para resolver o problema. Limitam-se a contactar os responsáveis da câmara para virem desligar o alarme.

O problema não é novo e tem dado muitas dores de cabeça aos moradores.

Escrita por Redação

Comentários

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    • A relevância da notícia é chamar à responsabilidade o município para a manutenção dos edifícios…..Se morasse nesta zona da cidade não falava com esse desprezo….
      As festas são mais importantes….Tomar no caminho certo……. para a insignificância….

      • Não estou a falar com desprezo, porque o barulho de um alarme é incomodativo, manutenção dos edifícios……… ai ai. A CMTV de Tomar só têm destas noticias, enfim. .

    • O inenarrável e distintíssimo cidadão Pompeu, com as suas costumeiras calinadas. Desta vez resolveu armar-se em juiz todo poderoso na área da relevância noticiosa. Há respeitáveis cidadãos que já estiveram internados em psiquiatria por bem menos. Todavia, dada a manifesta crise atual do SNS, há que perdoar-lhe.
      Mas não insista, ó sr. Pompeu. Percebeu?

        • Explicações suas? Para quê? Os seus comentários explicam tudo. São a sua impressão digital. Identificam-no seja onde for. Se algures no futuro os americanos resolveram atribuir um Óscar da parvoíce, você ganha por falta de concorrência à altura.
          A concluir, “estúpido” escrito por si a meu respeito, é um elogio. Não jogamos no mesmo campeonato. Nem coisa que se pareça. Já o “parvinho” me parece uma involuntária impropriedade de linguagem, tendo em conta o respectivo campo semântico, coisa que você não deve saber o que seja. Adiante. Não vale a pena gastar cera com ruins defuntos.

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