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Agrupamento Nuno de Santa Maria: Celeste Sousa única candidata no concurso para diretor

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A atual diretora do Agrupamento Nuno de Santa Maria, em Tomar, Maria Celeste Sousa, é a única candidata ao cargo nas eleições cujo processo está a decorrer.

O prazo para apresentação de candidaturas já terminou e foi apresentada aquela única candidatura.

Celeste Sousa foi eleita em 2013 para um primeiro mandato, renovado pelo conselho geral em 2017. Não podendo voltar a ser reconduzida por este órgão, avançou para mais uma candidatura, novamente sem adversários. Aos 63 anos, garante assim mais um mandato de quatro anos à frente do Agrupamento Nuno de Santa Maria.

Escrita por Redação

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Comentários

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  1. TINHA DE SER
    É preciso lata! E até mesmo, talvez, falta de vergonha.
    De facto, a pouquíssimos dias da comemoração desse tal 25 de Abril só chovem notícias indicando que aquilo não foi mais do que um lapso.
    Uma delas foi aquela de os “25d’abrileiros” oficiais não quererem autorizar a comemoração por parte de um jovem partido que, bem vistas as coisas, praticamente tem a palavra liberdade no nome: o “Iniciativa Liberal”. Eles, os comandados pelo Vasco Lourenço, instruídos pelo Boaventura de Sousa Santos e Francisco Louçã (o tal que acha muita gracinha a essa de comer criancinhas) e pastoreados pelas manas Mórtáguas, não percebem, nem nunca lhes há-de entrar nas cabeçorras empedernidas, que o melhor hino e a melhor pedagogia de liberdade seria precisamente o contrário daquilo que fazem. Porque o que fazem, o que tentam fazer, é ficar com os privilégios e proveitos da liberdade só para eles e para os seus. E o que deveriam procurar era fazer da liberdade um campo aberto, com todas as flores, cravos vermelhos incluídos. “Venha mais um…” cantava então o José Afonso. Mas isso era ele, que era um poeta. Aqui e agora, concretamente, trata-se de defender interesses.
    A outra notícia, esta agora à nossa provinciana escala, é a recondução, ao bom estilo salazarista, desta excelentíssima senhora. Tal como ao Salazar, não lhe passará nunca pela respeitável cabeça que o único serviço que poderia prestar ao bem comum e à comunidade era mesmo desaparecer de cena. Ou será que está assim tão convencida que, tal como lhe diz a sua entourage mais próxima, o mundo desaba se não for ela?
    Mas não pense a senhora que eu tenho alguma coisa contra ela. De facto, pessoalmente, nada. Até a acho minimamente educada. O problema não é esse. O problema é a prática de gestão pedagógica que se sabe que tem vindo a implementar naquela escola ou agrupamento.
    Aquela “ordenzinha escolar” muito pacífica, esconde e de facto camufla práticas escolares que, do meu ponto de vista (até posso estar enganado) são do mais abjecto. No topo delas estará aquela que até já é conhecida a nível nacional, da constituição consciente e criteriosa das turmas dos alunos betinhos, filhos da considerada elite da “society”. Mas há mais, muito mais.
    Ele é o “quadro de honra” bem fascizoide; a afixação nos corredores, para vergonha dos próprios, das listas do alunos que recebem apoio escolar: os popbrezinhos. Os professores que (é a tal coisa: diz-se) dão explicações pagas, em casa deles, às disciplinas que leccionam.
    Enfim, tudo coisas e coisinhas que ninguém se atreve a denunciar ou contrariar porque se não seria pior para os próprios. E foi esta paz podre e lodosa que prolongou o Salazar até ao verdadeiro revolucionário que nós conhecemos: o caruncho da cadeira de onde caiu.
    Quando há esta espécie de eleições para directores de escolas, e como se trata de um cargo público e de um acto público, eles têm de apresentar a um daqueles órgãos, um Conselho qualquer, um texto, uma redação, em que explicitam os propósitos da respectiva candidatura. Uma vez, há muitos anos, chegou-me às mãos esse manifesto feito por esta senhora. Aquilo era um discurso redondo, em péssimo português mas em excelente “eduquês” em que chegávamos ao fim sem saber se a autora tinha dito alguma coisa.
    Na simplicidade das coisas, aquilo deveria dizer precisamente o propósito da candidatura: o que é que acham que está mal ou menos bem e o que é que se propõem fazer, e como, para que fique melhor. Não é só candidatarem-se porque sim. É o porquê e o para quê. Em que é que a comunidade escolar e a concelhia ficarão mais bem servidas escolar e pedagogicamente se a candidata puder levar a dela avente.
    Pois bem: aqui fica um repto democrático: não quererá a senhora (e, já agora, os candidatos da escola vizinha), usar este mesmo espaço de liberdade, o “Tomar na Rede”, para nos dar conhecimento do seu programa para o próximo mandato?
    Ou vêm algum inconveniente na democracia e transparência?

  2. Constato que a Tribuna continua ,mas com vários oradores o que é bom, pois também aqui se deve permitir outras opiniões!
    O ” síndroma ” do presidente da Junta tão bem caracterizado pelo Herman está vivo e recomenda-se.

    Porque é que estes “eleitos” ou diria “ungidos” não cumprem um mandato e vão à sua vida?
    Talvez porque não a têm ?
    Tristes…

  3. É normal em democracia limitar os mandatos, mesmo para os eleitos. Pretende assim evitar-se o que se designa por caciquismo, incluindo troca de favores, prepotência, desligamento da realidade. Assim é com o Presidente da República, autarcas reitores no ensino superior e muitos outros. O que não se percebe é que tal não se aplique a este cargo, ainda por cima não sujeito a eleição direta.

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