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Afinal iluminação da torre de menagem foi “de pouca dura”

Há cerca de um mês dávamos a notícia de que estava finalmente iluminada a torre de menagem do castelo de Tomar. Afinal foi “luz de pouca dura”.

Pelo que apurámos, a ligação elétrica era provisória e foi acionada apenas para uns dias antes e depois do Cortejo Templário Noturno, realizado a 12 de outubro.

Depois disso, a escuridão regressou à torre de menagem. Tudo porque Câmara, direção do monumento e Direção Geral do Património Cultural estão de costas voltadas e não se entendem quanto à responsabilidade da iluminação do castelo.

Fala-se na necessidade de maior aproximação entre a cidade e o Convento de Cristo, mas se nem os responsáveis se entendem sobre este e outros assuntos relacionados com a envolvente do monumento…

Torre de menagem finalmente iluminada

Escrita por Redação

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  1. O problema é bem mais complexo. Quando nos idos de 80 o governo pretendeu entregar à autarquia a gestão do Convento, a maioria AD que então governava recusou.
    Agora que o monumento gera uma receita anual entre um milhão e meio e dois milhões de euros, a srª presidente tem andado a ver se consegue uma percentagem dessa receita anual.
    A fraqueza da posição camarária está no facto de apenas pretender uma parte da receita, nunca falando em gestão partilhada. Ou seja: mama sim, trabalho não.
    A querela sobre a iluminação do castelo resulta da decisão camarária de cortar a luz à torre de menagem como forma de pressão. Uma coisa assim entre a política porca e a brincadeira de adolescentes.
    Uma vergonha nunca vem só.

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