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Tomar há quase cinco anos sem Provedor do Munícipe

Já passaram quase cinco anos desde que foi aprovado e publicado o regulamento do Provedor do Munícipe de Tomar, mas até agora essa figura não passou do papel.

Compete à presidente da câmara propor um nome que tem de ser aprovado pelo executivo. Tendo o PS maioria na câmara, é apenas uma questão de vontade política.

O primeiro regulamento do Provedor do Munícipe foi publicado em Diário da República a 16 de novembro de 2015 e depois alterado em setembro de 2017.

Anabela Freitas tem feito sucessivas promessas de apresentação de um nome para ocupar o cargo. A última vez que o assunto foi abordado na câmara foi em 2019, com a presidente a prometer tratar do assunto depois da festa dos Tabuleiros. Já passou mais de um ano…

A principal missão do Provedor do Munícipe é “a defesa e promoção dos direitos, garantias e interesses legítimos dos munícipes” junto dos órgãos e serviços municipais. Tal atividade deve ser exercida “com independência e imparcialidade face aos órgãos municipais”.

 

Escrita por Redação

Comentários

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  1. O título da notícia é enganador. Tomar não está há cinco anos sem provedor do munícipe. Tomar NUNCA TEVE provedor do munícipe. Nem nunca vai ter. Poderá vir a ter talvez, por razões eleitoralistas, uma figura meramente ornamental com essa designação de provedor. Mas ser o real defensor dos desgraçados dos cidadãos contribuintes tomarenses, ninguém aceitará. Além de pouco capazes e ignorantes, os membros da actual maioria, e até alguns da oposição, são intolerantes e grosseiros, o que impossibilita a existência de uma realidade democrática em Tomar. E sem democracia autêntica…
    Sendo mais preciso, é do domínio público que esse lugar de provedor do munícipe foi criado para uma determinada figura local, em tempos muito ligada ao PS nabantino. Percebendo que se tratava de uma artimanha para o silenciarem, o referido cidadão publicou antecipadamente que não aceitava se fosse ele o escolhido. Assim foi atirado o processo para a gaveta do esquecimento.
    Sabe-se que entretanto, reunidas as condições para poder ser independente de verdade, o referido cidadão já aceitará o cargo, caso venha a ser o escolhido. Só que agora falta pouco mais de um ano para o final do mandato, período particularmente agitado e perigoso.
    A Dª Anabela tem muitas carências, mas não é néscia. De todo. E como não vai à missa, tão pouco está disposta a dar a outra face, quando lhe aplicam o que ela interpreta erroneamente como bofetadas.
    De forma que, tal como vão esperando por um plano digno desse nome para o desenvolvimento de Tomar e do concelho, os eleitores nabantinos também podem aguardar sentados que apareça o tal provedor do munícipe. Até mesmo em Fátima já não há milagres, quanto mais agora em Tomar, há muito abandonada pela graça de Deus..

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