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Comunidade Intermunicipal não publica atas há mais de um ano

O Conselho Intermunicipal do Médio Tejo, que reúne os 13 presidentes de câmara da região, não publica atas das suas reuniões mensais desde meados de 2018. No site da Comunidade Intermunicipal, a última ata disponível é de 21 de junho de 2018.

O problema ainda é mais grave em relação à Assembleia Intermunicipal, órgão deliberativo que reúne pelo menos duas vezes por ano. A última ata disponível é a da reunião de instalação do órgão após as eleições autárquicas de 2017.

A Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo tem sede no Convento de S. Francisco em Tomar e é presidida por Anabela Freitas, presidente da Câmara de Tomar.

 

Escrita por Redação

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  1. A exemplar Administração PUBLICA que temos.
    Nem atas, nem nada.
    As atas, são aspeto formal, embora tambem sejam elemento essencial de transparencia e informação na administração da coisa publica.
    Mas a classe politica que existe, e que se impõe aos cidadãos eleitores, é assim no que faz. Ou não faz. Ou geralmente não tem qualidade, ou geralmente não tem transparencia. O cidadão? Falamos no proximo ano, quando precisarmos dele para votar.
    Quanto à CIM, deve der por falta de pessoal que as atas ainda não foram publicadas. Entretanto, vamos pagando, com a carga fiscal entre as mais elevadas na Europa.
    Mas o que seria muito util conhecer, é a atividade da CIM, na sua vertente politica e publica.
    Que prevêm os senhores autarcas eleitos e pagos por todos nós, para o futuro do Medio Tejo? Como e com que medidas querem estancar a desertificação?
    Como tencionam inverter o envelhecimento da população?
    Como e com que argumentos estão a atrair investimento e a fomentar a criação de empregos?
    Como, que planos e programas foram concebidos e produzidos pelos senhores autarcas, para valorizar o que têm de bom e de valido no Medio Tejo e nos seus Concelhos?
    Como?

    • Apoiado! Apoiado! Apoiado!
      O que lhes vai valendo, a todos esses autarcas sem préstimo, salvo como figurantes de tragicomédia, é que os eleitores em geral também não valem grande coisa. Aqui em Tomar, por exemplo, já lá vão 12 eleições para a câmara e ainda não conseguiram acertar com um candidato ou candidata de quem se possa dizer benza-te Deus. É muita falta de sorte, para ser só pouca sorte.

  2. Olha a novidade! A secretária executiva da dita comunidade intermunicipal aposentou-se em Julho. Com a “modesta” pensão de aposentação de 2.950 euros mensais. Tanto como um professor no topo da carreira. Mas os professores têm de andar antes pelas universidades e politécnicos durante alguns anos. Evidente perda de tempo, uma vez que a citada secretária nunca terá andado por semelhantes ambientes, pouco saudáveis para cabeças menos dotadas. Sabia contudo “fazer actas”, habilidade cada vez mais rara e chata nos dias que correm. Com a gravação das sessões e a extraordinária qualidade gramatical e vocabular das várias intervenções, é um verdadeiro martírio. Se tenta compor o ramalhete é porque tenta compor o ramalhete; se não tenta é porque não tenta. E nunca mais a gente almoça, nem a acta é aprovada.
    De forma que o seu sucessor, o sr Pombeiro que já foi presidente da câmara da Barquinha, parece estar-se nas tintas para as actas. Faz muito bem. Corrigidas ou não. Publicadas ou não. A sua utilidade é nula. As várias comunidades intermunicipais servem sobretudo -e se calhar unicamente- para conseguir mais uns lugares bem pagos para a malta do partido. À custa dos contribuintes forçados. Enquanto não vem a já anunciada regionalização…

  3. Com a comunidade do Médio Tejo presidida pela srª presidente de Tomar, estavam à espera de quê? Milagres só em Fátima e em tempos que já lá vão. Quando ainda não havia net.

  4. A foto que acompanha a notícia foi muito bem escolhida. Aquelas ervas de ambos os lados da porta, são a ilustração perfeita da câmara que temos.
    Sacam quanto podem aos contribuintes,vão-nos dando música, febras e tintol, mas os serviços básicos são cada vez mais miseráveis. E, pelo caminho que as coisas levam, a água da rede e prestações anexas ainda vão chegar a custar mais que a água mineral. É só esperar para ver.
    Todavia, neste caso do Convento de S. Francisco, têm duas desculpas para a evidente falta de limpeza: Desculpa A – Aquela porta serve dois proprietários, que são a Câmara de Tomar e a Irmandade Franciscana; B – A CIMT está ali instalada desde os tempos do Paiva mas, nos termos do acordo inicial, não paga renda, nem água nem luz. Pior ainda, se tal é possível: Se e quando a câmara resolver dar por findo o acordo e expulsar os atuais ocupantes, terá de pagar à citada CIMT as benfeitorias entretanto realizadas, que não são tão poucas como isso.
    É só mais uma situação escandalosa.

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