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Auditoria à câmara de Tomar: PSD e PCP reagem

O relatório da auditoria do IGF (Inspeção-Geral de Finanças) ao Controlo do Endividamento e Situação Financeira no Município de Tomar, relativo ao triénio de 2014 a 2016, e as posteriores declarações da presidente da câmara (PS), motivaram reações por parte de alguns partidos da oposição.

O PSD emitiu um comunicado no qual alerta “para uma situação financeira deveras gravosa (no Município), que pode colocar em causa o desenvolvimento do concelho de Tomar”.

Do relatório, os social democratas destacam, entre outros aspetos, “o grave desequilíbrio orçamental”; “não cumprimento da LCPA nomeadamente através da assunção de compromissos sem fundos disponíveis por valores consideráveis” e “mantendo uma prática reiterada entre 2014 e 2016 de empolamento em mais de 50% das receitas orçamentais face à cobrança real previsível, sem que existam meios monetários disponíveis para o seu pagamento, contrariando assim o POCAL (Plano Oficial de Contabilidade das Autarquias Locais)”.

O PCP manifesta-se preocupado com o programa de despedimentos na administração local que a presidente da câmara defende, palavras que “parecem soar como uma espécie de ameaça aos trabalhadores dos SMAS que não pretendem passar para a nova empresa TEJO AMBIENTE”.

Reproduzimos os dois comunicados:

 

Escrita por Redação

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