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Iluminação pública: dois pesos e duas medidas

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Descobrir as diferenças entre viver em qualquer lugar dentro da cidade, e a uns meros 1,8 km da remodelada Várzea Grande

 

Exmos. Senhores

Serve o presente email para dar conta de uma situação que se vai arrastando no tempo, tempo esse que foi dado à camara e à junta de freguesia para que tomassem uma atitude.

A par do que sucedeu há uns bons meses, quando denunciei a falta de sinais de Stop na estrada antiga, que faz entroncamento com a estrada que liga Tomar ao Alto do Piolhinho, que foi devidamente noticiada por vós e que acabou por ter um desfecho positivo com a colocação dos referidos sinais.

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O mesmo aconteceu com um sinal de Stop, um de estrada sem saída e um espelho, que foram colocados após muita insistência da minha parte, devido ao perigo iminente, que existia para quem tinha de entrar na estrada principal.

A par destas situações venho agora denunciar uma outra a que ninguém dá resposta.

Quando, diariamente ouvimos nos telejornais, e lemos na imprensa escrita, casos de idosos que são assaltados e agredidos, eis que, em pleno seculo XXI, e às portas da cidade, vivem duas senhoras, uma com 67 e outra com 87 anos, sem qualquer proteção de quem tem esse dever, ou pelo menos, arranjar formas de evitar, que um dia aconteça o pior, limitam-se a assobiar para o lado, como se não tivessem responsabilidades para com os seus munícipes.

Fique bem claro que, caso aconteça o pior, que os responsáveis, serão chamados a assumir as suas responsabilidades, enquanto deputados, vereadores ou presidentes, da camara ou da junta de freguesia, não podendo argumentar que essa responsabilidade compete às autoridades policiais, porque por norma, só passa quando já nada mais há a fazer.

Adianto que estas duas senhoras, vivem completamente sozinhas e isoladas (pelo menos nos dias e horas em que não estou presente), sem quaisquer pessoas por perto, mas pior, completamente às escuras, já que no local, não existe um único ponto de luz publica, contrastando por completo, com a Várzea Grande, onde os postes quase se atropelam uns aos outros, mas mais caricato, com o que sucede no Casal das Bernardas, não muito longe do local que refiro, onde existem 20 candeeiros, em cerca de 800 metros, e as habitações são maioritariamente de um dos lados da estrada.

Não é com toda a certeza por falta avisos ou pedidos de apoio, através de emails enviados, para a camara e para a junta de freguesia, e para uma rubrica estatal denominada “A MINHA RUA” que ao que parece, é gerida por alguém da camara, ou seja, os pedidos caem diretamente no caixote do lixo já que, a primeira reclamação acerca deste mesmo assunto, foi apresentada a 2023-03-15.

Adianto ainda que, para além da situação de abandono, existe uma outra situação, já admitida pela então vereador Filipa Fernandes, que retrata a forma como estão ou foram distribuídas as placas de sinalização de ruas e travessas naquela zona. A sensação que fica, é que foram colocadas a pedido, como poderão verificar pelas imagens que junto. Parece impossível, mas o facto é que existem 3 nomes de ruas, bem identificadas através de placas num espaço tão curto, ao contrário do que sucede na Travessa onde moram as duas senhoras que referi, que tem apenas e só, uma placa completamente deteriorada e caída dentro de uma propriedade privada.

Tanto a câmara municipal como a junta de freguesia de S. João Batista e S. Maria dos Olivais, há muito que tem conhecimento de todas estas situações, que inclusive estão denunciadas no site do governo, A MINHA RUA. Como até à data nada foi feito deduz-se que o abandono vai continuar.

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