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É quase sempre a mesma coisa…

Opinião

É quase sempre a mesma coisa. Somos bons. Trabalhamos muito bem. Produzimos obras-primas. O pior é que tendemos a falhar no fundamental, e quando menos se espera.
Aqui temos mais um caso. O conceituado jornal Pùblico, uma referência em Portugal, inclui no seu suplemento Fugas de 27 de Abril 2019 um magnífico trabalho sobre Tomar e os templários, da autoria de Luis Maio (texto e fotos).
Texto agradável, mesmo contando com as alusões quiméricas (o túnel Santa Maria dos Olivais – Castelo dos Templários, ou o esoterismo, por exemplo), belas fotos e excelentes conselhos para comer e saborear (Lúria, Chico Elias, Estrelas de Tomar).
E depois, lamentavelmente, lá vem o falhanço inaceitável (ver foto). Falhanço que é triplo. Desde logo porque não são cerca de 400 moças, mas exatamente o dobro -cerca de 800, (mais precisamente 746, segundo a organização). Depois, porque não são só moças, mas moças e senhoras já casadas e mães. Finalmente, porque é pouco ou nada clara a descrição dos:“tabuleiros de pães entrançados à cabeça”.
Que objetos estranhos são esses “pães entrançados à cabeça”? Algum tomarense me poderá explicar?
                           Anónimo identificado pela redação

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